A volta da franquia de lutadores de rua mais amada aos telões do cinema vem com força, sem medo de ser feliz!
| Título: Street Fighter |
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| Ano de Produção: 2026 |
| Dirigido Por: Kitao Sakurai |
| Estreia: 15 de Outubro de 2026 |
| Duração: 2 horas |
| Classificação: 14 anos |
| Gênero: Ação |
| País de Origem: Estados Unidos |
| Sinopse: Os lutadores de rua Ryu (Andrew Koji) e Ken Masters (Noah Centineo) estão afastados quando são recrutados pela misteriosa Chun-Li (Callina Liang) para participar do World Warrior Tournament (Torneio Mundial de Guerreiros) |
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Sem Medo do Ridículo
A franquia Street Fighter, desde o seu início, não tinha medo de ser criativa e colorida. E não podia ser diferente com a adaptação mais atual para os cinemas. Ao invés de tentar um filme mais “sóbrio”, o diretor resolveu apostar aonde poderia dar mais certo: divertir com cenas de luta incríveis, homenagens, piadas em momentos certos, e muito fanservice, como um filme de Street Fighter PRECISAVA ser!
Há detalhes bem simples e rápidos. Mas, para os fãs mais antigos e atentos, são um deleite que esperavam por 3 décadas. Inclusive, o personagem mais esquecido e deixado de lado do primeiro jogo, Joe, está aqui para ser destaque temporário. Há alguns acenos ao filme dos anos 90, como frases específicas, easter eggs e situações parecidas. Assim como também a nostalgia com remixes de músicas dos jogos e da animação, e um pouco da personalidade de cada um, baseados na sua “lore” dos jogos.
Cheio de Energia e Combos
Não é à toa que esse filme tem tudo para funcionar como adaptação fiel aos jogos: as roupas, os penteados, as esquisitices peculiares, estão todos ali. Enquanto a história se passa em 1993, 6 anos após Ryu ter vencido o torneio anterior e se tornar um homem recluso, fugindo de seu passado, Vega resolve mandar Chun Li para recrutar os maiores lutadores do mundo, para um novo torneio, sem que ninguém saiba que seus verdadeiros interesses são outros.
O ritmo do filme é bem enérgico, e nos apresenta mais a fundo Ryu, Ken e Chun Li, deixando um pouco de lado a apresentação da maioria dos personagens na trama, provavelmente com planos futuros de focar nos outros personagens a partir dos próximos filmes (caso sejam feitos). O leve vislumbre que temos do passado de outros personagens são apenas frases curtas soltas, como Guile e Dhalsim terem lutado juntos em uma missão, por exemplo.
Modernizando o Passado
O roteiro brinca bastante com pequenas coisas, como efeitos de VHS e televisão de época, como a antiga MTV, documentários e reportagens sobre personagens, e até mesmo a forma que funciona a quebra de expectativa em momentos chave. Há alívios cômicos que conseguem fazer uma transição entre momentos e lugares que quebram bem a tensão. Talvez o único CGI que deixou um pouco a desejar foi a modelagem do Blanka de Jason Momoa, mas isso não atrapalha a qualidade do resto do filme.
O filme funciona bem no som original, mas, ele também tem uma dublagem incrível, que dá um ar da graça maior ao filme, com boas escolhas. O filme consegue deixar um ar de “quero mais” no público, sem precisar trazer grandes atuações de Oscar. Apostando alto na galhofa, assim como os jogos o fizeram em suas respectivas épocas.
Veredicto Final
Não há dúvidas que o filme vai desagradar críticos, e ser amado pelo público. Principalmente aos fãs e nostálgicos! Por isso, vale a pena ser visto no telão do cinema, seja dublado ou legendado. Mas, com certeza em Dolby Digital pra cima!
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