Nem todo arrependimento envolve um vilão derrotado. Às vezes, envolve um personagem que poderia ter sido ainda mais forte.
O criador de Solo Leveling, conhecido como Chugong, comentou publicamente que mudaria a forma como escreveu Goto Ryuji se soubesse que a obra alcançaria tamanho sucesso no Japão.
E isso, obviamente, reacendeu debates entre fãs.
O que exatamente ele disse?
Segundo repercussão em veículos especializados, Chugong afirmou que, caso soubesse da enorme popularidade da obra em território japonês, teria retratado Goto como mais forte, imponente e mais impactante na narrativa.
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O personagem, que é apresentado como um dos caçadores mais poderosos do Japão, acaba tendo um papel narrativo específico durante o arco da Ilha de Jeju e é justamente aí que mora o ponto de discussão.
Decisão narrativa ou erro estratégico?
Chugong explicou que a construção do personagem teve uma função clara: reforçar o peso e a ameaça dos inimigos naquele momento da história.
Em outras palavras, Goto precisou “perder impacto” para que a ameaça parecesse ainda mais esmagadora.
Foi uma escolha de roteiro. Mas, olhando em retrospecto, o autor reconhece que poderia ter dado mais presença e força simbólica ao personagem, especialmente considerando o quanto o público japonês abraçou a obra.
A repercussão
A declaração rapidamente gerou comentários nas comunidades de fãs.
Afinal, parte do público entende que a decisão faz sentido dentro da lógica da história. Já outra parte sempre achou que Goto foi “subaproveitado”.
O próprio Chugong reforçou que Solo Leveling tem falhas como qualquer obra e pediu para que os fãs não criem conflitos desnecessários, lembrando que todos fazem parte da mesma comunidade.
Vale o debate?
Vale. E muito.
Solo Leveling se tornou um fenômeno global: web novel, manhwa, anime e agora expansão multimídia.
Além disso, quando um autor revisita suas próprias decisões criativas, isso abre espaço para discussões interessantes sobre construção de personagens internacionais, representatividade dentro da narrativa, estratégias de impacto dramático e pressão de mercado após sucesso inesperado.
A pergunta que fica
Se Goto Ryuji tivesse sido retratado como ainda mais dominante… o arco da Ilha de Jeju teria o mesmo impacto?
Ou a sensação de ameaça perderia força?
E você: acha que foi erro… ou foi estratégia?
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