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Rock em luto | Francis Buchholz, pilar da fase clássica do Scorpions, se despede dos palcos da vida

O rock ficou mais silencioso nesta semana. Francis Buchholz, ex-baixista da formação clássica do Scorpions, morreu aos 71 anos, após uma batalha privada contra o câncer.

A informação foi confirmada pela família em uma publicação nas redes sociais oficiais do músico. Segundo o comunicado, Buchholz faleceu em paz, cercado de amor, na última quinta-feira, 22 de janeiro. O tom da mensagem foi de profunda gratidão aos fãs ao redor do mundo, que acompanharam e apoiaram sua trajetória ao longo de décadas.

Um gigante discreto do rock mundial

Francis Buchholz nunca foi o integrante mais midiático da banda e talvez exatamente por isso tenha sido tão essencial. Seu baixo era firme, elegante e preciso, funcionando como a espinha dorsal de uma das bandas mais importantes da história do hard rock.

Enquanto guitarras choravam e vocais rasgavam multidões, Buchholz segurava tudo no lugar, com a tranquilidade de quem sabia exatamente o que estava fazendo.

Relembre sua trajetória

Francis Buchholz entrou para o Scorpions em 1973, permanecendo no grupo até 1992, período que muitos fãs consideram a fase clássica e definitiva da banda.

Durante quase duas décadas, ele participou de toda a discografia lançada nesse intervalo, ajudando a construir álbuns que se tornaram pilares do rock mundial, incluindo trabalhos que levaram o Scorpions ao topo das paradas e dos maiores palcos do planeta.

Foi com Buchholz no baixo que a banda consolidou sua identidade sonora, atravessou os anos 70, 80 e o início dos 90 e se tornou um fenômeno global, respeitado tanto no estúdio quanto ao vivo.

Sua saída aconteceu pouco depois do lançamento de Crazy World (1990), álbum que marcou uma virada mais melódica e que também ajudou a eternizar o nome do Scorpions para além do hard rock tradicional.

Um legado que não acaba com o último acorde

A morte de Francis Buchholz não apaga sua presença, ela a cristaliza. Seu trabalho segue vivo em discos, shows históricos, gravações ao vivo e, principalmente, na memória de milhões de fãs espalhados pelo mundo.

Ele pode nunca ter buscado os holofotes, mas deixou algo bem maior: um legado sólido, honesto e essencial para a história do rock.

 

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