Blue Reflection é um JRPG de Gust que se passa em uma escola moderna no Japão. Há muito a amar, mas também algumas decisões desconcertantes da Koei Tecmo que azedaram minha experiência até certo ponto, vamos ao Review…

Ficha Técnica

GÊNERO RPG DE AÇÃO
PLATAFORMA PS4
DESENVOLVEDOR GUST

Situado no Japão moderno, você joga como Hinako, que sofre um acidente, que tão logo a faz descobrir que ela é um Refletor, que lhe permite lutar no Outro Mundo com o poder de um anel e alguns de seus colegas de classe. O enredo tem muito desenvolvimento de caráter para Hinako e ela está crescendo perto das outras meninas da escola. O que eu amo sobre a história, além do conteúdo real, é como não há nenhum preenchimento. Minha única reclamação é como alguns dos NPCs que não foram tão bem desenvolvidos quanto os outros. Parecia que algumas dessas coisas foram cortadas para uma potencial DLC. Mesmo que parte do enredo seja bem clichê, a narrativa é ótima. Em alguns aspectos, o jogo lembra Persona 5.

Eu mencionei Persona 5 acima, pois existem segmentos escolares que você tem tempo com amigos e ajudando as pessoas. Essas simples missões envolvem algumas opções de diálogo para se aproximarem ou ajudarem a derrotar certos inimigos no Outro Mundo. Você ganha fragmentos que podem ser usados ​​como equipamentos similares a de Final Fantasy VII em cada uma de suas habilidades.

Combate é baseado em turnos como em Final Fantasy X com a ordem do turno sendo representada por ícones em uma barra no topo da tela. O destaque em combate fora os trajes adoráveis ​​é a maneira como a câmera muda de ângulo dependendo dos personagens, a batalhe se torna fantástica em movimento. A variedade inimiga poderia ser melhor, mas o combate era divertido quase todo o caminho. Até mesmo a configuração mais alta pode ser um pouco fácil para os veteranos do JRPG. O único problema real em combate é a taxa de quadros no PS4 (padrão não Pro). É bastante errático.

Falando do desempenho, cenas também sofrem de gagueira aleatória também. A câmera irá deslocar-se através de uma sala e alguns dos personagens estarão andando em uma resolução muito menor do que a velocidade de movimento da câmera. Existem alguns casos de reutilização de recursos, bem como texturas na janela e nos gestos. Felizmente, a aparência geral é ótima. Isso tem muito a ver com os modelos de personagens espetaculares e a impressionante interface do jogo. Eu diria que esta é a melhor interface que eu vi em um jogo este ano fora de Pyre e Persona 5. Modelos inimigos podem parecer um pouco melhor e espero que eventualmente Gust consiga lançar um jogo onde os inimigos se sintam mais baratos do que o localização.

Além de modelos de personagens, Gust sempre se destacou na música. A pontuação aqui é muito diferente, assim como a sensação geral. Há um tema melancólico por toda parte, com uso pesado de piano e, em alguns casos, sem música para deixar a atmosfera entrar. O tema da batalha é otimista e combina com os figurinos transformados. A atuação por voz é muito bem feita, mas é preciso haver mais. A duração relativamente curta (em comparação com os JRPGs mais antigos) merece uma experiência totalmente expressa em oposição a apenas as cenas principais da história.

Apesar dos problemas de localização e desempenho em cutscenes e combate, adorei o Blue Reflection. Espero que o DLC faça isso porque definitivamente não terminei com esse mundo e esses personagens. Gust realmente são mestres em criar alguns dos melhores modelos de personagens. É falho, mas analisar essas questões te dará uma experiência que você provavelmente não esquecerá.