Um clássico dos filmes esportivos e nerds. Falcão, O Campeão dos Campeões foi lançado em 1987, estrelado por Sylvester Stallone, em uma de suas atuações mais carismáticas da carreira.

Ficha Técnica

Direção: Menahem Golan

Elenco: Sylvester Stallone, Robert Loggia, Susan Blakely mais

Gêneros: Ação, Drama, Família

Nacionalidade: EUA

Sinopse

Quando descobre que sua ex-mulher (Susan Blakely) sofre de uma doença incurável, Lincoln Hawk (Sylvester Stalonne), caminhoneiro e ex-lutador, tenta reconquistar o amor do filho do casal (David Mendenhall), educado em um colégio militar, e fortemente influenciado pelo avô materno (Robert Loggia).

Sylvester Stallone abusa de seu carisma para dar vida ao caminhoneiro Falcão, muito por ter ciência de suas limitações dramáticas, ( fato que jamais vai me incomodar ) O ator compensa com muita entrega ao papel e muita energia na atuação. Já David Mendenhall, que interpreta seu filho Mike, já não posso falar o mesmo, atuação bem fraca, a interpretação ruim do garoto torna-o irritante em alguns momentos. Já o veterano Robert Loggia está competente como sempre no papel do vilanesco ex-sogro do protagonista, ( que aos olhos de muitos tem suas razões. )

Mesmo que seja um filme para muitos, digamos brega, datado e reprisado ao extremo, Falcão: O Campeão dos Campeões ainda provoca aquela vontade de assisti-lo quando é exibido em alguma reprise. Vocês podem não admitir, mas ainda torcem pelo Falcão, mesmo sabendo de cor o que vai acontecer, inclusive eu.

Um filme bem redondinho em sua execução, com momentos inesquecíveis. A evolução da relação de pai e filho é orgânica e faz você torcer para que pai e filho se dêem bem, afinal mesmo sendo uma história clichê, acredito que muitas pessoas possam se identificar com ela e até mesmo se emocionar.

O Campeão dos Campeões é uma trama simples, mas que se mostra bastante profunda em sua mensagem, que pode muito bem cativar qualquer pessoa, independente da idade. Além disso, a trilha sonora é marcante, a fotografia é ótima e o roteiro é bem escrito.

Por tudo isso, vale sim, a pena ver de novo.

“Quando eu viro o meu boné, eu viro uma máquina”