“Tenho uma teoria: odiar e amar alguém são coisas perturbadoramente parecidas”.

Eu confesso que o gênero comédia romântica não é muito o meu forte, mas este ano de 2021, influenciadas por minhas amigas (Mariana e Rafaela), resolvi sair um pouco da zona de conforto (que sempre foi a Fantasia/RPG).

Ficha Técnica
Autor: Sally Thorne
Editora: Universo dos Livros
Ano de lançamento: 2020
Sinopse: Lucy Hutton e Joshua Templeman se odeiam. Não é desgostar. Não é tolerar. É odiar. E eles não têm nenhum problema em demonstrar esses sentimentos em uma série de manobras ritualísticas passivo-agressivas enquanto permanecem sentados um diante do outro, trabalhando como assistentes executivos de uma editora. Lucy não consegue entender a abordagem apática, rígida e meticulosa que Joshua adota ao realizar seu trabalho. Ele, por sua vez, vive desorientado com as roupas coloridas de Lucy, suas excentricidades e seu jeitinho Poliana de levar a vida. Diante da possibilidade de uma promoção, os dois travam uma guerra de egos e Lucy não recua quando o jogo final pode lhe custar o trabalho de seus sonhos. Enquanto isso, a tensão entre o casal segue fervendo, e agora a moça se dá conta de que talvez não sinta ódio por Joshua. E talvez ele também não sinta ódio por Lucy. Ou talvez esse seja só mais um jogo.

Sobre a Autora:

Sally Thorne é a autora do best-seller O Jogo do (Amor) Ódio. Este é o seu primeiro romance, que foi nomeado como um dos 20 melhores romances de 2016 pelo Washington Post e um dos dez finalistas na categoria de romance do Goodreads Choice Awards.

Sobre a História de O jogo do (Amor) Ódio

Ao ler O Jogo do Amor (Ódio) passei a conhecer o tema “Enemies to Lovers” que basicamente é o casal que diz se “odiar”, mas que na verdade, “se amam”. Ou, numa tradução mais popular, é o típico casal “cão e gato”.

A história gira em torno de Lucy Hutton e Joshua Templeman, que após a fusão de duas editoras completamente diferentes, necessitam trabalhar juntos, e, claro, dividirem a mesma sala.

No entanto, para apimentar (ou não) a situação, eles terão que disputar a vaga de diretor da empresa, cargo este que está somente abaixo dos CEOs. Ou seja, quem ganhar a vaga, terá que ser o chefe do outro.

Haja faísca entre a relação desses dois.

Sobre a Narrativa

O Jogo do Amor (Ódio) é um livro super fácil de ler. Isto é, no dia em que você começa, já o termina.

Embora a história seja completamente previsível e, você meio que sabe o que irá acontecer com o casal principal, ela consegue extrair boas risadas. Isso porque as brigas, um tanto quanto infantil do casal principal, te fazem morrer de rir.

Logo, não espero um romance a la Shakespeare! A ideia é ler o livro como se estivesse assistindo a um filme de comédia romântica, bem no estilo de Mensagem para Você, estrelado por Meg Ryan e Tom Hanks.

Sobre os Personagens

Embora você acabe conhecendo vários personagens durante o decorrer da narrativa, basicamente, a história é do “casal”, Lucy Hutton e Joshua Templeman.

Lucy Hutton é uma personagem “colorida”. Isso mesmo! Ela é típica mocinha de livros: alegre, simpática e falante que vive usando roupas coloridas. Contudo, o que eu mais gostei na personagem é o seu sarcasmo. A mulher tem uma língua afiada e uma resposta para tudo. Joshua (ou Josh) que se cuide!

Joshua Templeman é o “Darcy” da vida moderna. É o personagem rígido e com uma grande meticulosidade em seu trabalho que irrita Lucy e assusta aos demais companheiros de trabalho. Em resumo, é o típico “galã misterioso”.

Aliás, o apelido que ele inventa para Lucy cai com uma luva, mas não vou dizer para você ficar com vontade de ler o livro.

Outros personagens também alimentam a trama, como Danny, para fechar o triângulo amoroso, os pais de Lucy, os chefes de ambos os personagens, a funcionária do RH (que aliás, sofre demais com as reclamações de Lucy e Joshua), e outros, que se eu contar, vai perder a graça.

Curiosidade

O Jogo do Amor (Ódio) teve sua adaptação para o cinema, no filme independente, chamado “The Hating Game”, estrelado por Lucy Hale e Austin Stowell.

O Jogo do Amor Ódio

O filme estreou em 10 de dezembro de 2021 somente nos Estados Unidos, contudo, a autora já disse que o lançamento em outros países será divulgado em breve.

O Jogo do (Amor) Ódio: Veredicto

Com uma leitura leve, ótima para aquele dia em que você somente quer ler algo prazeroso e que te faça rir, O Jogo do (Amor) Ódio é uma típica comédia romântica, com todos os seus clichês.

Embora eu tenha me frustrado um pouco com algumas pontas soltas do final, gostei muito de me aventurar em um novo gênero de leitura. Logo, se você gosta de uma boa e velha comédia romântica, vai se encantar com história de Lucy e Josh (estou toda íntima com o personagem hehe).

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Até mais, e Obrigado pelos Peixes!
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