Para quem não conhece, Slander man é uma figura aterrorizante, alto ,esquelético  e sem rosto, criado em 2009 por Victor Surge, para um concurso de edição de imagens, logo o personagem viralizou na internet tornando-se  uma das lendas urbanas de mais sucesso na cultura pop, ganhou notoriedade em jogos, migrou para vários contos paralelos, inclusive relatos de essoas que viram a figura espectral. Pois bem ,tamanho foi o sucesso do personagem que a Sony resolveu lançar Slender man-Pesadelo sem rosto sob a direção de Sylvain White, produzido por  James vanderbild e estrelado por  Wren (Joey King), Hallie (Julia Goldani Telles), Chloe (Jaz Sinclair) e Katie (Annalise Basso) que estreou em agosto desse ano. O filme conta a história dessas quatro amigas de uma cidade pequena que ouvem falar de um ritual para invocar o figurão assustador, levando tudo como uma brincadeira inocente no porão da casa de Katie ,as garotas assistem a um vídeo um tanto quanto  perturbador, a partir de então uma série de acontecimentos iniciados com o desaparecimento  de katie começam a assombrar as jovens que travam uma luta contra o tempo para escaparem do ser maligno, entre alucinações e a busca por respostas o filme tinha uma apelativa para emplacar no cinema, porém o tiro saiu pela culatra ,muitas cenas são totalmente desnecessárias apenas para ganhar tempo no filme , a protagonista Julia Goldani é incapaz de transmitir emoções de medo ,mantendo sempre uma cara de nada, já a atriz Joey King consegue entregar um personagem mais interessante que infelizmente com o desenrolar da história acaba se tornando chata e cansativa, quanto aos demais personagens, todos passam despercebidos , as cenas de sustos são totalmente previsíveis onde o espectador pode prever exatamente o que vem por aí, abusando também de situações onde os personagens agem com pouquíssima inteligência se aventurando sozinhos na escuridão com um monstro a espreita ,o filme até começou bem prometendo algumas emoções, porém a história se perde tornando-se maçante e previsível com muito do mesmo, sem um final conclusivo daqueles de deixar um gostinho de quero mais.