Annyeong, dorameiros! A resenha, desta vez, é de um drama Taiwanês chamado Love Now que subiu para o meu ranking dos tops+, super merecidamente. Digo, sem medo de parecer piegas, que “Love Now” é um dos melhores doramas que já vi.Calma que eu já conto o porquê. – Antes, é bom avisar que é preciso ter coragem. E é preciso coragem porque é um dorama bem longo e que mexe com todos os seus sentimentos. E, vale dizer, na minha lista de “próximos doramas” ele ficou um bom tempo em 1º lugar, enquanto assistia vários abaixo dele. Mal sabia eu que se tornaria um xodó… 
É fato que namorei começar Love Now há um bom tempo (pelo menos uns 8 meses), mas olhava o número de episódios e ficava com medo dele se perder na monotonia e enrolação que a grande maioria dos doramas muito longos acabam caindo… Feliz e memoravelmente, não foi o caso deste aqui.
Gênero: Comédia Romântica
Episódios: 72
Exibição: 2012 / 2013
  • Sinopse: Yang Yi Ru (Annie Chen) leva seu trabalho como publicitária muito a sério. Mas sua família e amigos acham que ela precisa de umas férias senão vai se esgotar. Eles armam um plano e antes de Yi Ru saber o que aconteceu, ela é diagnosticada falsamente com câncer terminal. Ela recebe a notícia de que tem apenas seis meses de vida e é mandada para umas férias onde decide viver intensamente. Enquanto tenta digerir sua sentença de morte, ela conhece Lan Shi De (George Hu), o diretor executivo de uma empresa de família, em uma viagem de negócios. Quando Yi Ru conta a Shi De sobre seu diagnóstico e que ela sempre quis casar e ter filhos antes de morrer, Shi De aceita se casar com ela. Sem o conhecimento de Yi Ru, Shi De já a tinha conhecido anos antes e era apaixonado por ela desde então. Será que o destino juntou os dois, ou a relação imposta deles tem um prazo? 

“- Você quer me ajudar a completar o meu 28º desejo de aniversário? ♥”

Bem, é um pouco difícil pensar em como iniciar uma resenha de uma história tão longa, quando a sinopse não é nem 10% do que o drama proporciona. Digo isso porque, basicamente, ela relata os primeiríssimos episódios, aqueles em que você vai sentir a pegada da história, conhecer os personagens, perceber a dinâmica por trás dos relacionamentos de cada um e ter a primeira impressão de quem você vai shippar para se tornar um casal. Por “Love Now” se tratar de um clichê, é claro que esta última parte é a coisa mais fácil do mundo! Mas, o que talvez vá te impressionar é a intensidade com a qual você vai, em tão poucos episódios, sentir isso… e amar. Por quê? Porque se tem algo que o George Hu e a Annie Chien têm, juntos, é química, meu bem!
Para vocês terem uma ideia, a química é tanta que protagonizaram outro dorama chamado “Love Around” e cantando juntos a OST deste aqui, vocês podem sentir a química dos dois até na vida real! Meus amigos, ISSO QUE É SHIPPE ETERNO E FORA DA TELINHA! Alô ‘Mike Angelo e Aon Sushar’², não me esqueci de vocês!
Corro o risco de acabar soltando alguns spoilers leves, porque senão a resenha sairá bem superficial, já que são 72 episódios. Mas, vou tentar seguir a própria abertura da série que é um MV resumido do que podemos esperar da história. Claro que sem muitos detalhes, só o suficiente para instigar a nossa curiosidade, dá uma olhada:

‘Love Now’ tem 72 episódios e, inicialmente, assustada com a quantidade, achei que não ia acabar nunca. Passou o primeiro episódio e eu já desejei que tivessem mais 72. Sinceramente, eu não me importaria se ao invés de episódios, fossem 72 volumes como em Naruto, com um episódio sendo lançado semanalmente, durando 15 anos para concluir. – E olha que eu costumo esperar o dorama terminar de ser legendado e revisado, antes de iniciá-lo! Mas, o que importa aqui é a pegada, sintam a ênfase que estou dando para o “nem assim, me importaria se tivessem mais episódios”!Pois é, ele é tão perfeito, que dá aquela sensação de “tá, e o que eu faço da minha vida agora que terminei ele?” Por mais que eu ame assistir doramas é difícil encontrar aquele que te dá essa vibe, entende? Ainda mais um com esse tanto de episódios.

Outros como “Temperature of Love” com 40 episódios, por exemplo, eu não via a hora de acabar – porque não curto droppare embora eu tenha gostado dele, houve momentos em que tive a impressão que encheram linguiça para cumprir alguma exigência da emissora, ou pra segurar público. Ficou massante por um tempo.
Bem, a verdade é que com Love Now, eu não vi o tempo passar. Me envolvi tão profundamente com a história e com os personagens, desde os primeiros episódios, e explodi tanto de felicidade, que posso jurar que sentia borboletas no estômago, rindo a cada cena de amor entre os protagonistas, mesmo nas mais simples e cotidianas situações e tudo com aquela cara marota de boba.

“- Nós só estávamos montando no cavalo de madeira!
– Por favor, me deixe fora desses detalhes!”

Além disso, preciso dizer, que a lição de “VIVA AO MÁXIMO ENQUANTO É TEMPO” é presente do início ao fim em Love Now. Acredito que, não por menos, o símbolo do drama seja uma ampulheta. Quantas não são as analogias e simbolismos presentes nelas? Levaria horas falando de todas as impressões que eu posso tirar do drama olhando para as ampulhetas… são tantos significados! E eles mudam conforme a história… Olha que sacada genial!!!
E, além de sorrir feito boba, também chorei descompassadamente, sentindo apertos profundos no coração que parecia que estavam arrancando ele numa puxada só, sem qualquer exagero aqui. – Minhas colegas e amigas que ouviram meus áudios enviados no whatsapp às 3h da matina não me deixam mentir.  – Chorei, mesmo, e não foi pouco, não. Mas, também chorei de alegria muitas vezes.

Tanto a Yi Ru, quanto o Lan Shi De não são figuras perfeitas, sem defeitos, feitos um para o outro, pelo contrário. ‘Love Now’, no decorrer da história, foca bem nos aspectos negativos de ambas as personalidades.
A Yi Ru, contrariada, nervosa e que detesta mentiras, tem como explosão imediata bater nas pessoas, repleta de sangue nos olhos. – Caricato isso? Talvez. Mas não importa! Ocorre que as pessoas reagem à determinadas ações de maneiras diversas, e por que não agressivamente como num acesso de fúria de um transtorno explosivo? – É instintivo dela, assim como é instintivo do Lan Shi De franzir a testa e se tornar uma pessoa fria e calculista quando descobre que alguém mentiu para ele. São desvios de personalidade comuns que fazem com que os enxerguemos como pessoas normais, próximas da gente.
Conforme o tempo vai passando e o relacionamento dos dois se fortalecendo, a gente entra num processo de mudança na personalidade de ambos, que juntos, se moldam até encontrar um equilíbrio. E quando isso acontece, meu bem, é aquela adrenalina gostosa do coração ficando quentinho, completamente imerso na energia soft da cena… É lindo de ver!
Eles enfrentam diversas situações comuns a todos nós, a vida como ela é, e o senso de comprometimento entre eles para fazer dar certo, buscando aquele equilíbrio essencial, é que torna a química deles mais primorosa, ainda. É claro que, às vezes, um é mais cabeça dura que o outro e tem sempre alguém que acaba cedendo mais, mas você acaba entendendo os motivos deles para agirem daquele jeito em situações complexas como as que passaram. Eu, me colocando no lugar de cada um, muito provavelmente agiria igual os dois, por exemplo. É difícil dizer quem estava certo e quem estava errado, porque dentro de cada ponto de vista, os dois tinham razão. Um mais emocional, outro mais racional, ao mesmo tempo em que, em outras situações, os papeis se invertem. A busca pelo equilíbrio e, por consequência, pela harmonia da relação é um ensinamento de vida para cada um de nós.
‘Love Now’ mostra isso com maestria, dando enfoque em um diálogo profundo e sincero, expondo fraquezas e virtudes que, na verdade, pensando de maneira ampla, é o que está em falta na maioria dos casais de doramas e, inclusive, dos da vida real.
E isso tudo, sem falar na química deles que, com o passar do tempo, vai se tornando mais forte e mais madura, para além do “tô amando”. É como se pudéssemos sentir o sentimento entre eles crescendo. E este processo não acontece de um dia pro outro. O bom de terem sido 72 episódios é que deu tempo suficiente de trabalhar essa construção e fortalecimento de maneira processual, natural, dinâmica e fluída.

“- Eu, de repente, desejo muito ter você testando o meu poder de resistência.
– Querido, eu sei o seu poder de resistência.
– Não, não, não. Você não está clara sobre isso. Oh, eu preciso que me teste!” 

Os personagens também têm seus charmes. Lan Shi De, depois de perder o pai, se vê obrigado a assumir os negócios da família e aprende, a duras penas, a não confiar nas pessoas integralmente, mas também a não contrariar sua família, principalmente sua mãe e avó. Anualmente, por ter se tornado órfão e passado por alguns perrengues quando menos esperava por conta disso, ele trabalha sua empatia fazendo doações num orfanato.
Além disso, acaba aceitando as investidas de sua avó, arranjando encontros-a-cega para ele, guiada pelo sonho de casá-lo cedo e ganhar um bisneto como forma de preencher o vazio que o seu falecido marido e filho deixaram em seu coração. – Novamente, as pessoas reagindo a situações parecidas de maneiras diferentes. – E não pára por aí. A história, o tempo todo, retoma essa temática mostrando as várias personalidades e reações diante de situações comuns a todos. – E aqui está a magia de Love Now: O quão bem isso foi trabalhado. – Só assistindo para ter total dimensão disso, sério!

Voltemos à química entre eles! Ela já começa forte nos primeiros episódios: Yi Ru tinha um sonho de aos 28 anos conhecer o homem da sua vida, aos 30 se casar com ele, depois de 3 anos ter o seu primeiro filho, até ter 3 e fechar a fábrica.
Eis que sua família e chefe (também ex-namorado), preocupados com sua dedicação exagerada ao serviço de publicidade, resolveram inventar uma história absurda de que ela estaria com câncer terminal e com apenas mais 6 meses de vida. – Tiremos todas as interrogações e julgamentos acerca da brincadeira de mau gosto que poderia ter matado do coração qualquer pessoa despreparada para a notícia e nos foquemos nos acontecimentos – Yi Ru se vê forçada a tirar férias e viajar sozinha. Okay, eu jamais teria concordado com isso. Preferiria passar meus últimos meses com a minha família, mas, ela não teve muita escolha. – Passagens compradas, destino traçado. Yi Ru se encontraria com sua amiga, funcionária do Hotel onde ficaria hospedada, que a entregaria uma carta da família contando toda a verdade para tranquilizá-la.
No mesmo vôo para a Ilha de Boracay, a negócios, está Lan Shi De. O nosso empresário de uma fábrica de vasos sanitários eletrônicos prontamente reconhece Yi Ru: a moça, cuja descrição física é a única exigência que faz à família para os encontros-a-cega, é a mesma que conheceu no momento mais turbulento de sua vida e por quem procura, destemidamente, desde então.
“Eu não tenho, erroneamente, confundido meus sentimentos. Eu sempre tive você no meu coração. Já se passaram 6 anos desde que a coloquei lá, para início de conversa. Além do mais, você vai continuar nele para sempre!”

Lan Shi De começa a segui-la e, num dado momento, marcado por um instinto digno de herói, finalmente traça seu caminho ao de Yi Ru. Lan Shi De aproveita a oportunidade para conhecê-la melhor, eis que descobre que ela está com câncer e tem seus dias contados. Chocado com a descoberta e vendo-a abalada por não poder realizar seus sonhos de adolescente, propõe viverem lembranças prazerosas e felizes na Ilha de Boracay. Eles acabam tendo um casamento simbólico e uma lua-de-mel perfeita, cheia de boas recordações, faltando apenas tornarem tudo oficial, ao voltarem à Taiwan. 
O problema é que, tempestiva como é, quando Yi Ru descobre que sua doença é falsa, ela volta à Taiwan na hora e sozinha, deixando Lan Shi De sem notícias, absurdamente nervosa pela mentira contada pelo seu ex, sua irmã e seu próprio pai. Por aí vocês já conseguem imaginar o que está por vir. – Mas, relaxem, que como eu disse, isso faz parte da sinopse e não vale como spoiler. Podem respirar! 
“Ninguém pode culpar a felicidade por chegar muito cedo!”
A história é traçada no dia-a-dia dos personagens e no amadurecimento de cada um deles. Paralelamente a isso, vamos conhecendo um pouco mais a fundo da personalidade do seu ex, Sun Qi Ming (Bobby Dou) – que é uma perdição naquela musculatura toda, pronto, falei – que, em suma, é parte da culpa de Yi Ru se focar tanto no trabalho. O cara é um completo preguiçoso que só quer saber de mulheres – usando a analogia mais estúpida e estranha que eu já vi: fazenda de peixes/aquário. Sério, comparar isso a relacionamentos abertos foi péssimo, mas vamos culpar a tradução?! Prefiro. – mas se vê ameaçado com a presença constante de Lan Shi De, criando um breve triângulo amoroso, achando que pode recuperar o tempo perdido com Yi Ru, por ser praticamente parte da família.
Como seu relacionamento com sua mãe não é dos melhores, ele sente, e é de coração, que sua família é a de Yi Ru. Aqui, eu até compreendo que ele confundisse o amor de irmão por ela e o medo de perder a família onde ele se sentiu acolhido, por amor de homem-mulher, mas a forma como a Yi Ru lidou a princípio com isso foi bastante insensível. Por mais que posteriormente eu fosse concordar com ela.
“Eu gosto de você. Agora eu sei pq duas pessoas podem se afastar. Não é culpa só de uma. É sobre se as duas estão dispostas a encurtarem a distância entre elas. Você está disposta a encontrar uma maneira para encurtarmos a distância entre nós?”
E o que falar da médica que a avó de Lan Shi De tentou arranjar para o neto? Particularmente, muito “perfeitinha” pro meu gosto. Fugiu um pouco do padrão dos personagens de Love Now (como um todo), mas nada que tenha sido muito absurdo. Só acho que é muito “pra frentex” no começo e “tradicionebas” no final. – Mas, okay, segue o baile
Lan Shi De e ela percebem, logo de início, que serão apenas amigos. – Uffa! – Mas a véia chata (avó dele) – sim, porque ela acaba se tornando uma, em alguns momentos – resolve se intrometer na vida do neto, forçando uma situação dele com a médica, fazendo birra, greve de fome e o caraio a quatro – e me deixando um pouco irritada, confesso. – Por bem pouco, não crio “ranço”, mas superei.
 
A essa altura, eu já estava absurdamente envolvida com todos os personagens da história, até com o pai da Yi Ru, focado nas filhas e nas aulas de culinária, na irmã da Yi Ru, seguindo os passos do ex-cunhado e a tal fazenda de peixes, mas que é um show de atuação à parte, principalmente em se tratando da relação de irmãos dela com o ex-cunhado, na irmã do Lan Shi De, Lan Shi Yun (Vivi Lee).
No início, também a achei manhosa pra cacete, mas foi, felizmente, amadurecendo durante a história, exigindo menos racionalidade para as coisas do coração – assunto que devia dominar um pouco mais por ser uma escritora sobre relacionamentos-, na tia do Lan Shi De e seu amor platônico e ultra, mega, master, blaster exagerado pela sua imagem excessivamente caricatural, etc…
Senti falta de um desfecho para alguns personagens, sim, mas a história deixou no ar o que aconteceria com eles. Eu só queria ter visto, mesmo… A esta altura, eu já não me importava se tivessem mais o dobro dos episódios!Pra quem assiste Heartland, desde a estreia (seriado canadense que já conta com 12 temporadas e está indo para a 13ª), 72 é fichinha. 
No mais, me apeguei a todos os personagens vendo o amadurecimento de todos eles conforme as adversidades da vida vinham surgindo. E, o que mais me chamou atenção, foi o rompimento do clichê “se casaram e foram felizes para sempre” pelo fato de a história ter, basicamente, começado de trás pra frente, mas sem deixar perder a graça do clichê romântico, aquele que aquece a alma e faz você sonhar com um pra si. – Perdão, sou uma romântica incurável!
De todo modo, qualquer outra informação extra que eu soltar aqui, correria o risco de contar spoiler. Mas,  fiz uma compilação de reações minhas enquanto assistia ao TWdrama e, sinceramente, foram as melhores! Isso porque demonstram, com a exata precisão, meus sentimentos de oscilação com relação à história de Love Now. Ou seja, são estupidamente sinceras. Segue, se quiserem ver, com o perdão dos palavrões (porque sou desbocada e sem filtro, mesmo): 

“Tô com olho marejado! Em meia hora eu senti tudo. Desespero, aperto, amor, ternura, alívio, e agora também quero tudo pra mim!!!”

“Não preparei meu coração. Resultado: Deu. Affê, mano! Desidratei litros nos últimos minutos e estarei desidratando até o fim da minha estadia na Terra!”

“Como assim esse povo não estaciona perto da guia? Não faz sentido parar o carro com uma via de distância da calçada, mano!”

“Estava tudo indo bem. Aí veio essa carga emocional toda, e com tudo, no dorama e, agora, ‘nóis tá como’?
Com a cara inchada de tanto chorar, né, Brasil?”

“Faltando quase nada para acabar e esse TWdrama me faz isso? É isso mesmo, produção? QUE ACABAR COMIGO? Vou cair durinha no chão, assim… MEU CORAÇÃO NÃO SABE SE RI OU SE CHORA, PORRA!
É oficial, vou infartar.”
 
“Pensa numa pessoa acordando a vizinhança inteira dando surtos com essa cena… SOU EU NESSA BIROSCA!!!”
 
“Acabei Love Now.
O que dizer? Eu tô maravilhada!!!”
 
Sinceramente, eu não sei nem descrever o que Love Now significou para mim e o quanto ele mexeu comigo. Tiveram momentos em que morria de amores e outros em que revivi experiências parecidas e chorei em dobro: pela história e pelas minhas lembranças. – Não sei ao certo o que veio primeiro. O fato é que terminei ele com a total noção de que “devo viver a vida intensamente como se fosse o último dia”. É clichê, é batido, mas como eu disse, a forma como trabalharam isso é o que faz deste dorama, algo muito especial. Sem falar no quão real pode ser aquela frase do tempo da minha avó, que diz “as palavras têm poder”…
Fico pensando nas coisas que aconteceram depois das principais decisões (no dorama, mesmo) e me vejo refletindo sobre as coisas como elas são (na vida real): Nunca sabemos o dia depois do amanhã. E, se tudo aquilo tivesse acontecido comigo? Que escolha eu teria tomado? Bicho, um dorama que te faz questionar sua existência, suas decisões, sua própria vida… É DISSO QUE EU TÔ FALANDO, PÔ!
Só uma última observação: Sou mais o dono do café do que o Angus! -.-‘ Mas, e aí? Já assistiu? Vai assistir? Me mandem suas reações e opiniões! 

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