Quem optou pelo plano mais em conta da Netflix acordou achando que ia maratonar tranquilo — mas levou um plot twist nada agradável.
Assinantes do plano com anúncios começaram a dar de cara com títulos bloqueados e um aviso direto ao ponto (e ao bolso): “Mude o plano para assistir”.
Resultado? Reclamação geral e muita gente se sentindo dentro de um trailer… que nunca vira filme.
O que está acontecendo, afinal?
Sim, é real: nem todo o catálogo da Netflix está disponível no plano com anúncios.
Alguns filmes e séries simplesmente ficam inacessíveis para quem paga menos. Ao tentar dar play, o assinante encontra um cadeado virtual e a sugestão nada sutil de fazer upgrade.
A própria Netflix já admite que isso acontece por restrições de licenciamento. Em bom português: certos contratos não permitem que alguns conteúdos sejam exibidos em planos com publicidade.
Os títulos que ficaram pelo caminho
Entre os conteúdos que passaram a aparecer como indisponíveis para esse plano estão produções bastante populares, como:
- House of Cards
- Whiplash
- Kung Fu Panda
- Venom
Ou seja: não é só conteúdo obscuro escondido no fundo do catálogo. Tem filme premiado, série famosa e blockbuster entrando na lista do “só se pagar mais”.
“Mas isso é novidade?” Spoiler: não exatamente
Aqui entra o detalhe importante. O plano com anúncios já nasceu com essa limitação.
Desde o lançamento, a Netflix informa que “quase todo” o catálogo está disponível, mas não 100%.
O problema é que, na prática, muita gente só percebe isso quando tenta assistir ao título desejado. E aí o susto vem na hora errada: quando o sofá já está ocupado e a pipoca pronta.
Por que isso pesa mais agora?
Porque a promessa implícita do streaming sempre foi simples: pague e assista. Quando parte do catálogo vira refém do plano, o consumidor sente que entrou num modo demonstração pago.
Na prática, quem quiser acesso total precisa migrar para um plano mais caro e a diferença de preço não é pequena.
O resultado? Frustração, revolta nas redes sociais e aquela sensação de que o streaming está cada vez menos simples.
E a Netflix, falou o quê?
Até agora, nenhum pronunciamento novo ou detalhado sobre casos específicos. A plataforma se apoia na explicação padrão: limitações contratuais e acordos de licenciamento.
Ou seja, juridicamente está tudo , mas do ponto de vista do usuário, a dor é real.
Quando o play vira “upgrade”
O plano com anúncios da Netflix continua sendo a porta de entrada mais barata, mas agora ficou claro que ele não entrega a casa inteira; só alguns cômodos.
Para quem não liga de perder alguns títulos, talvez ainda valha a pena. Para quem quer liberdade total de escolha, o recado está dado: ou paga mais… ou aceita o cadeado.
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