Steven Spielberg dirige o longa baseado no livro de mesmo nome, do autor Ernest Cline, que inclusive faz menções ao diretor em sua obra.
James Halliday, mega-bilionário criador de um sistema de simulação online chamado OASIS, morre deixando toda sua fortuna, porém sem herdeiro. Seu testamento, nada comum, em vídeo, propõe uma competição em sua plataforma criada. Inspirado em seu jogo favorito da infância, o Adventure (Atari 2600), o qual o desenvolvedor põe um Easter-Egg com seu nome escondido, Halliday segue seus passos fazendo o mesmo no OASIS. No vídeo, o ricaço deixa um enigma, três pistas, e quem encontra las, todo o seu império herdará.
No filme, como no livro, o ano é 2045. Em um mundo caótico, sobreviventes do período mais terrível da humanidade precisam sobreviver em meio a pobreza entre outras desgraças. Nessa realidade vive Wade Watts, um garoto pobre e órfão de 17 anos que, como forma de fugir desse mundo de pesadelo,  passa horas e horas conectado ao OASIS: um mundo virtual.
 
Ty Sheridan faz um bom Wade Watts em sua jornada para encontrar as três pistas que o falecido criador do sistema, James Halliday, deixou para o mundo. Ao vencedor, o controle sobre o OASIS . E claro que em sua jornada, ele vai encontrar pessoas dispostas a qualquer custo encontrar as pistas também, para assim obter o controle do Oasis.
Podemos dizer que se trata do verdadeiro filme pipoca, mas um ótimo filme pipoca. São tantas as referencias, que você poderia assistir mais uma vez, somente para reparar em cada uma delas, são filmes clássicos, games, desenhos, entre outros muitos. Assistir ao filme é como viajar no tempo, é pura nostalgia com uma ótima trilha sonora. O enredo não é nada de outro mundo, mas consegue prender a atenção do público, um entretenimento muito gostoso e satisfatório, que ainda consegue pontuar uma crítica construtiva, na qual pessoas focadas em tecnologia em geral, passando horas e horas navegando, jogando, ficando assim fora da realidade, perdendo um pouco da interação social o que é muito importante na sociedade, tudo em excesso não é legal.

 

O filme nos faz lembrar das ótimas direções de Spielberg nos anos 80, mostrando que ainda pode nos agraciar com filmes desse estilo.
Jogador n°1, é uma homenagem a cultura pop, recheada de easter eggs, um entretenimento verdadeiramente pipoca, divertido, e que vale muito a pena assistir.
E para a sua experiência ficar ainda melhor, leia o livro, a leitura nos faz viajar por mundos maravilhosos e nos apresenta diversos personagens incríveis. O hábito da leitura é muito importante.
 
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por Alex Luthor