A fórmula escolhida para introduzir no novo Universo DC um de seus super-heróis mais icônicos foi, sem dúvida, bastante certeira.

| Título: Lanternas |
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| Ano de Produção: 2025 |
| Criado por: Damon Lindelof |
| Estreia: 2026 |
| Duração: 8 episódios |
| Classificação: 16 anos |
| Gênero: Drama |
| País de Origem: Estados Unidos |
| Sinopse: Esta série acompanha John Stewart e Hal Jordan, dois oficiais intergalácticos que se veem envolvidos em um sombrio mistério no coração dos EUA. |
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Facho Duplo
Verdadeira lenda dentro da Tropa dos Lanternas Verdes, o temperamental Hal Jordan (Kyle Chandler) se vê forçado a aceitar o também contrariado John Stewart (Aaron Pierre) como seu parceiro numa investigação de assassinato.
Considerado substituto do veterano pelos Guardiões, os poderosos líderes da polícia intergaláctica, o recruta resiste a tal ideia, apesar de criado com esse objetivo desde quando ainda era uma criança.
Porém, conforme mergulham no misterioso caso em questão, os dois percebem que vão precisar trabalhar juntos ou acabarão ambos mortos. Especialmente diante da possível presença de um terrível Caçador Cósmico, vigiando tudo das sombras.
Vendas da Lei
Se não bastasse o conturbado convívio entre eles, a dupla ainda precisa encarar o comportamento dúbio da xerife local, Kerry Kane (Kelly Macdonald). A qual parece sempre estar escondendo algo importante dos protagonistas.
Suspeita aumentada conforme os fatos relativos a uma imensa força sobrenatural agindo na pequena Rushville, cidade fictícia localizada no estado de Nebraska, nos Estados Unidos, vão sendo revelados.
Fora isso, o surgimento inesperado dos alienígenas sobreviventes do Setor 666, devastado por um ser da mesma espécie do vilão procurado, os quais são liderados pelo inclemente Antaan (Paul Ben-Victor), torna a situação ainda mais caótica.
Enciclopédia Vilânica
Justamente em virtude do desesperador cenário, o experiente oficial decide buscar conselho junto ao seu velho mestre e agora inimigo, Sinestro (Ulrich Thomsen). Todavia, confiar nas palavras do manipulador prisioneiro, seria mesmo uma boa ideia?
Adotar um roteiro menos fantástico, focado no desvendar da trama assassina ao invés de utilizar cenas cheias daquela ação cansativa das obras recentes do segmento, merece os devidos aplausos. Principalmente por ter conseguido encaixar a parte fantasiosa no enredo, de maneira tão primorosa.
Outro ponto elogiável, são os quesitos técnicos. Entregando aos espectadores excelentes efeitos especiais, linda fotografia, ótimos cenários, imersiva trilha sonora, esmerados figurinos, maquiagem caprichada e atuações honrosas do elenco.
Entretanto, a patinada na reta final incomoda um pouco, por quebrar radicalmente o clima mais sóbrio da história, no intuito de conectar a série aos futuros projetos da franquia. Sem contar o desfecho do segundo homicídio, deveras previsível e decepcionante. Nada, contudo, que estrague a excelência surpreendente da produção.

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