Lançamentos Intrínseca de agosto

Considerado pela revista People “o livro perfeito para o momento que estamos vivendo”, Antropoceno: notas sobre a vida na Terra é a estreia em grande estilo de John Green na não ficção. No livro-reportagem O coronel que raptava infâncias, o estreante Matheus de Moura mergulha no chocante caso do coronel Chavarry, condenado por estupro de vulnerável e responsável por uma rede criminosa envolvendo crianças na cidade do Rio de Janeiro. Ryan Holiday e Stephen Hanselman compartilham as lições sobre felicidade, sucesso, resiliência e virtude dos filósofos da Grécia Antiga em A vida dos estoicos. Autora best-seller, consagrada por suas obras interativas a canadense Keri Smith estimula as crianças a se aproximarem dos livros em Destrua este livro ilustrado. O que é a vida?, do vencedor do prêmio Nobel Paul Nurse, apresenta as cinco questões fundamentais da biologia e como aplicá-las no nosso dia a dia. O sobrevivente do Holocausto Eddie Jaku destaca o poder do amor, da gratidão e da solidariedade no inspirador O homem mais feliz do mundo. Best-seller do The New York Times, Como chegar lá, de Stephen A. Schwarzman, traz ao mesmo tempo conselhos para ser bem-sucedido no mundo dos negócios e a inspiradora história de vida do autor. Livro da caixa do clube intrínsecos de junho, Susan não quer saber do amor, de Sarah Haywood, é a emocionante jornada de uma mulher que precisa aprender a amar e a aceitar o inesperado.
Do selo História Real, Bahia de todos os negros, do jornalista Fernando Granato, une história e reportagem para reconstituir os levantes escravos que abalaram a Bahia no século XIX pela perspectiva de dois personagens: o advogado abolicionista Luiz Gama e sua mãe Luíza Mahin.


O que é a vida?
Paul Nurse

LANÇAMENTO EM 2 DE AGOSTO
Em O que é a vida?, o renomado geneticista e biólogo Paul Nurse aceita o desafio de descrever o que significa estar vivo de um jeito descomplicado e elegante. Para explicar o que é a vida, Nurse aborda cinco grandes ideias que são a base da biologia: a célula, o gene, a evolução por seleção natural, a vida enquanto química e a vida enquanto informação.

Além de tratar de questões fundamentais e contar sobre suas importantes descobertas, ele apresenta outros cientistas que contribuíram para os avanços mais notáveis. E, ao falar de suas experiências dentro e fora do laboratório, compartilha conosco os desafios, os golpes de sorte e os momentos emocionantes de revelações. Com uma linguagem direta e clara, o autor escreve sobre a riqueza da vida, conferindo à biologia o devido reconhecimento em nosso tempo. Afinal, para sobreviver aos desafios como doenças, mudanças climáticas, pandemias, perda da biodiversidade e segurança alimentar, é vital que todos nós entendamos o que é a vida em seu estado mais elementar.

PAUL NURSE nasceu em 1949, na Inglaterra. Ganhou o prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 2001. Também recebeu o prêmio Mundial de Ciência Albert Einstein e a Ordem Nacional da Legião de Honra. Em sua brilhante carreira, deu aulas na Universidade de Oxford, foi diretor-geral do Imperial Cancer Research Fund (hoje, Cancer Research UK) e presidiu a Universidade Rockefeller em Nova York, até se tornar diretor do UK Centre for Medical Research and Innovation (atual Francis Crick Institute). Entre 2010 e 2015, foi presidente da Royal Society. Nurse ainda foi consultor do primeiro-ministro para assuntos de ciência e tecnologia. Por suas importantes descobertas e contribuições para a biologia celular e a pesquisa do câncer, foi reconhecido com o título de cavaleiro britânico em 1999.


O homem mais feliz do mundo
Eddie Jaku

LANÇAMENTO EM 4 DE AGOSTO
Neste livro inspirador, um sobrevivente do Holocausto destaca o poder do amor, da gratidão e da solidariedade. Mais do que judeu, Eddie Jaku sempre se considerou alemão. Ele sentia orgulho do seu país natal. Mas, em novembro de 1938, tudo mudou: dez nazistas invadiram sua casa e o espancaram quase até a morte.

Naquela que ficou conhecida como a Noite dos Cristais, Eddie foi levado para um campo de concentração. Por sete anos, enfrentou os horrores do Holocausto, nos campos de Buchenwald e Auschwitz e, por fim, na Marcha da Morte nazista. Perdeu familiares, amigos e, sobretudo, o amor que tinha por seu país. Mas Eddie sobreviveu. E depois das provações que sofreu, jurou sorrir todos os dias que ainda restavam da sua vida. Em uma linda homenagem àqueles que não resistiram, Eddie Jaku conta sua história, compartilha sua sabedoria e leva hoje a melhor vida possível, pois acredita ser “o homem mais feliz do mundo”. Publicada pouco depois do centenário do autor, esta obra poderosa e emocionante é uma lição de esperança que nos mostra que, mesmo após situações tenebrosas, ainda é possível ser feliz.

EDDIE JAKU nasceu na Alemanha, em 1920, como Abraham Jakubowicz. Durante a Segunda Guerra Mundial, foi mantido prisioneiro nos campos de concentração de Buchenwald e Auschwitz. Em 1945, escapou da Marcha da Morte ao ser resgatado por soldados Aliados. Em 1950, Eddie se mudou com a família para a Austrália, onde vive desde então. Ele é voluntário do Jewish Museum, em Sydney, desde sua inauguração em 1992, é casado com Flore há 74 anos e tem dois filhos, netos e bisnetos. Em 2019, um ano antes de celebrar seu centésimo aniversário, compartilhou sua trajetória em uma comovente palestra no TEDxSydney, e em 2021 sua biografia venceu o prêmio australiano ABIA Biography Book of the Year.


Destrua este livro ilustrado
Keri Smith

LANÇAMENTO EM 6 DE AGOSTO
Depois de estimular mais de um milhão de brasileiros a destruírem seus diários, Keri Smith está de volta para convidar os pequenos a mergulharem na arte da destruição. Destrua este livro ilustrado encoraja as crianças a se aproximarem dos livros sem regras assustadoras, como “Leia em silêncio!” ou “Tome cuidado!”

Que tal dobrar as páginas em formatos interessantes? Ou dar um novo cheiro a elas? E ler o livro de cabeça para baixo? Será que ele consegue rolar? Bem, por que não? O que algumas pessoas chamam de destruir, outras chamam de viver. E, no fundo, todo livro tem o desejo secreto de ser lido e amado, abraçado e arremessado, de ganhar vida ao participar de grandes aventuras. Por isso, Keri Smith guia o pequeno leitor em uma jornada pelos cinco sentidos e pela imaginação, mostrando que os livros são mais do que objetos. Com a nossa ajuda, eles se tornam universos.

KERI SMITH é autora e ilustradora de vários livros de atividades de sucesso, como o best-seller Destrua este diário e também Termine este livro, Isto não é um livro e A linha, publicados no Brasil pela Intrínseca. Ela passa o tempo criando arte a partir de coisas que as pessoas jogam fora. Mora em Massachusetts com o marido, Jefferson Pitcher, e os dois filhos.


Susan não quer saber do amor
Sarah Haywood

LANÇAMENTO EM 16 DE AGOSTO
Susan passou boa parte da vida tentando se afastar das confusões que os sentimentos podem causar. Advogada por formação, optou por não lidar com os problemas dos outros e trabalha como analista de dados em Londres. Seu pequeno apartamento lhe parece ideal.
E até mesmo sua vida amorosa, se é que se pode chamar assim, é cuidadosamente coreografada: ela mantém há anos um relacionamento sem qualquer envolvimento emocional. Quando a mãe de Susan morre e ela descobre que está grávida, tudo começa a sair do controle. Para desequilibrar de vez a equação, o testamento diz que a casa da família deve ficar com seu irmão irresponsável, e, certa de que a mãe foi manipulada, ela decide levar o caso à justiça. No entanto, conforme o mundo de Susan vai se desfazendo, um aliado improvável lhe mostra que talvez seja preciso relaxar um pouco. A obra de estreia de Sarah Haywood — que vai virar série da Netflix, com Reese Witherspoon no papel principal — presenteia o leitor com uma personagem inesquecível, tão irritante quanto carismática. Com graça e leveza, Susan não quer saber do amor explora a eterna questão: vale tentar controlar tudo mesmo sabendo que vai falhar?

SARAH HAYWOOD estudou Direito e trabalhou como advogada e consultora. Vive na Inglaterra com o marido e os dois filhos. Seu primeiro romance, Susan não quer saber do amor, foi publicado após um mestrado em escrita criativa pela Universidade Metropolitana de Manchester e se tornou um best-seller do The New York Times.


O coronel que raptava infâncias
Matheus de Moura

LANÇAMENTO EM 18 DE AGOSTO
Dez de setembro de 2016. A atendente do drive-thru de uma lanchonete no subúrbio do Rio de Janeiro sai da cabine para entregar o lanche ao cliente de um Jetta branco. Quando o vidro escuro é baixado, a jovem vê um homem de cabelo branco e uma menina que aparenta não ter mais que dois anos.

Uma cena que seria corriqueira se não fosse insólita: o motorista é Pedro Chavarry Duarte, coronel reformado da Polícia Militar do Rio de Janeiro, que no dia seguinte estaria em todos os jornais, acusado de estupro de vulnerável. Mas o caso que chocou o país é, na verdade, apenas o começo do declínio da carreira de Chavarry. Munido de credenciais que tornavam sua reputação inquestionável, o coronel encontrava suas vítimas em comunidades carentes: mulheres com filhos muito pequenos. O policial se aproximava oferecendo ajuda: emprego, assistência financeira e, acima de tudo, cuidava das crianças em uma suposta creche. Jamais se descobriu, no entanto, o endereço dessa instituição. Quando Chavarry colocava as crianças em seus carros de luxo alugados, as mães não sabiam o que acontecia. Até a fatídica noite no estacionamento da lanchonete. Para entender a complexidade das circunstâncias e consequências dos crimes, o jornalista Matheus de Moura — colaborador de veículos como The Intercept Brasil e UOL — mergulha na geografia física e psicossocial do Rio de Janeiro e faz um raio-X do caso que alarmou o país.

MATHEUS DE MOURA é formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e escreve para The Intercept Brasil, UOL e Ponte Jornalismo, versando sobre temas como crime organizado, segurança pública e direitos humanos. Atualmente, é mestrando em sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. O coronel que raptava infâncias é seu primeiro livro.


Como chegar lá
Stephen Schwarzman

LANÇAMENTO EM 20 DE AGOSTO
Quando o jovem Stephen Schwarzman sugeriu ao pai que abrisse filiais da loja da família, sua ideia foi recebida com certa descrença. Por que fazer isso se já tinham uma casa, dois carros e uma vida feliz? Ao contrário de seu pai, Stephen sonhava ser um empreendedor. Em 1985, com 400 mil dólares, abriu a Blackstone, uma empresa de investimentos, que, em 2019, alcançou a marca de 500 bilhões de dólares em ativos sob gestão.
Quais os caminhos para tanto sucesso? Stephen Schwarzman revela em Como chegar lá. Ao longo do livro, ele nos oferece várias lições: Relacionar-se é fundamental. Fale com pessoas que você admira e peça conselhos. Quando encontrar alguém, fale dos problemas da pessoa, não dos seus: a melhor maneira de criar conexões é tentar ajudar os outros. Vender consiste em resolver os problemas alheios. Mais do que ganhar dinheiro, evite a todo custo perdê-lo. Gerenciamento de risco é o que vai mantê-lo no jogo a longo prazo. Quando estiver procurando os primeiros empregos, preocupe-se apenas com a curva de aprendizado, não com prestígio. Na outra ponta, jamais contrate alguém apenas suficientemente bom: um profissional nota 10 é muito diferente de um nota 9. No fim, nos negócios ou na filantropia, a pergunta é sempre a mesma: como causar o máximo impacto e transformar a vida da maior quantidade de pessoas? A resposta está nas páginas de Como chegar lá.

STEPHEN SCHWARZMAN, além de presidente e cofundador da multinacional Blackstone, líder no ramo de investimentos, é um filantropo atuante com histórico de apoio à educação, à cultura e às artes, entre outras áreas. Graduou-se na Universidade Yale e concluiu o MBA pela Harvard Business School. Reside em Nova York com a esposa e três cachorros.

Bahia de todos os negros
Fernando Granato
Selo História Real

LANÇAMENTO EM 25 DE AGOSTO
A Bahia abrigou uma das maiores confluências de negros escravizados do Brasil colonial, junto com Rio de Janeiro e Pernambuco. Nenhum outro, porém, tem a herança africana tão flagrante em sua cultura e população.
O que teria acontecido de diferente? Em Bahia de todos os negros, Fernando Granato correlaciona a preservação da ancestralidade africana na Bahia à altivez conquistada à força pelo povo negro. Salta aos olhos a grande quantidade de revoltas e rebeliões da população escravizada e da plebe livre que marcou a história do estado. Tomando como fio condutor dois personagens cuja história pessoal se entrelaça à dos levantes — o notório abolicionista Luiz Gama e sua mãe, Luíza Mahin, pouquíssimo estudada devido à falta de documentos que atestem sua trajetória —, o autor monta uma narrativa cronológica que analisa fatos, contextos, cenários e personagens, a fim de aproximar ao máximo o dado histórico da vivência real. Fiel à historiografia oficial, acrescido de elementos de reportagem e calcado em atores cruciais para a construção social do país, o livro joga luz sobre histórias reais que ajudam a pensar os dilemas de um Brasil que ainda carece de se conhecer.

FERNANDO GRANATO é escritor e jornalista, vencedor do Prêmio Imprensa Embratel e indicado ao Jabuti de Reportagem por suas publicações sobre a vida e a obra de Guimarães Rosa. Escreve para os cadernos de cultura do Estadão e da Folha de S.Paulo.


A vida dos estoicos
Ryan Holiday e Stephen Hanselman

LANÇAMENTO EM 27 DE AGOSTO
Mais de vinte e três séculos atrás, um comerciante falido chamado Zenão fundou uma escola na Ágora ateniense. Desde então, o estoicismo tem sido um guia para os que buscam grandeza e encontram nos exemplos dos filósofos o bom senso necessário para alcançar seus objetivos.
A vida dos estoicos apresenta as histórias fascinantes de pessoas que se esforçaram para seguir as virtudes estoicas. Organizado em breves biografias que abordam desde os estoicos mais estudados aos menos conhecidos, o livro lança luz sobre os hábitos de quem viveu essa filosofia. Epicteto ou Marco Aurélio, escravizados ou imperadores, cada exemplo vai ajudar quem quer aplicar a filosofia em sua própria vida. Ryan Holiday e Stephen Hanselman revelam os principais valores e ideais que uniram personalidades como Sêneca, Catão e Cícero ao longo dos séculos: o autogoverno é o maior império; caráter é destino; é benéfico se preparar para o sucesso, mas também para o fracasso; e aprender a amar — e não apenas aceitar — o que o destino nos traz é a chave que nos possibilita viver bem. A filosofia estoica é tão urgente hoje quanto no período mais caótico do Império Romano. E esta é uma obra que pode — e deve — ser consultada sempre.

RYAN HOLIDAY é um dos maiores pensadores e escritores contemporâneos que se dedicam à filosofia antiga e sua aplicação na vida cotidiana. Palestrante, estrategista e autor de best-sellers como O ego é seu inimigo e A quietude é a chave — que alcançou o topo da lista de mais vendidos do The New York Times —, seus livros foram traduzidos para mais de trinta idiomas e lidos por mais de três milhões de pessoas em todo o mundo. Hoje ele vive com a família em um rancho em Austin, Texas, nos Estados Unidos.

STEPHEN HANSELMAN trabalhou por mais de três décadas no mercado editorial como livreiro, editor e agente literário. Formou-se na Harvard Divinity School, onde concluiu um mestrado enquanto também fazia um curso no Departamento de Filosofia. Ele mora com a família em South Orange, Nova Jersey, nos Estados Unidos.


Antropoceno: notas sobre a vida na Terra
John Green

LANÇAMENTO EM 31 DE AGOSTO
Um dos autores contemporâneos mais importantes dos últimos anos, John Green ficou conhecido por sua sensibilidade e seu talento para traçar histórias inesquecíveis. Agora ele oferece aos leitores uma necessária dose de esperança em sua estreia na não ficção.
Refletindo sobre temas que vão de Super Mario Kart a pinturas rupestres, os ensaios perspicazes e bem-humorados da coletânea celebram a capacidade humana de se apaixonar pelo mundo. O termo “Antropoceno” foi proposto para designar a era geológica atual, em que os seres humanos remodelaram o planeta de maneira profunda, para o bem e para o mal. A humanidade é cheia de facetas contraditórias e invenções intrigantes, e John Green se propõe a avaliá-las de forma nada imparcial. Afinal, no Antropoceno, não há observadores desinteressados, apenas participantes. Como o próprio autor reconhece, o livro também é, de certa forma, uma autobiografia. Escrito em parte durante o turbulento período de pandemia global e baseado em seu podcast de sucesso, Antropoceno: notas sobre a vida na Terra guia o leitor pelas sutilezas dessa nova realidade, dando a segurança de que o caminho que estamos seguindo pode até ser desconhecido, mas com certeza será feito em boa companhia.

JOHN GREEN é o autor consagrado de Quem é você, Alasca?, A culpa é das estrelas, Tartarugas até lá embaixo, entre outros sucessos. É um dos escritores contemporâneos mais queridos pelo público, com quase 5 milhões de livros vendidos no Brasil. Suas obras receberam diversos prêmios, como a Printz Medal, a Printz Honor e o Edgar Award. Green foi duas vezes finalista do LA Times Book Prize e eleito pela revista TIME uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. É também roteirista e apresentador do aclamado podcast The Anthropocene Reviewed. Ao lado do irmão, Hank, lançou diversos projetos de vídeos on-line, incluindo o vlogbrothers e o canal educativo Crash Course. Ele mora com a família em Indianápolis, nos Estados Unidos.