Prepare a katana, vista o macacão amarelo e ajuste a postura: Kill Bill está oficialmente de volta aos cinemas brasileiros e não é qualquer retorno.

Anote aí: no dia 5 de março de 2026, chega às telonas Kill Bill: The Whole Bloody Affair, a versão definitiva, pensada, montada e defendida por Quentin Tarantino desde o começo dessa saga sangrenta e estilosa.

Pois é… Nada de partes separadas, nem de cortes tímidos. Aqui é vingança em fluxo contínuo.

Uma obra, uma lâmina, uma experiência completa

Lançados originalmente como Kill Bill: Volume 1 (2003) e Volume 2 (2004), os filmes agora se unem em um único longa-metragem. Isso tudo com mais de 4 horas de duração, narrativa contínua e cerca de 8 minutos de cenas inéditas.

Sendo assim, essa é a versão que Tarantino sempre chamou de “a verdadeira”. A que mistura kung fu, faroeste, anime, cinema europeu e litros de sangue cenográfico sem pedir desculpa para ninguém.

Por isso, se antes o público piscava e perdia um braço voando, agora não tem pausa: é golpe atrás de golpe até o último nome da lista.

A Noiva retorna… e com sede de justiça

Vivida por Uma Thurman, A Noiva segue sendo uma das personagens mais icônicas da história do cinema moderno.

Em The Whole Bloody Affair, sua jornada ganha ainda mais peso emocional, fluidez narrativa e impacto visual.

Além disso, a ordem dos acontecimentos faz mais sentido, o drama respira melhor e o massacre… bem, o massacre continua lindíssimo.

Estreia confirmada no Brasil

Por que essa versão é tão especial?

Porque não é só um relançamento. É uma correção histórica. Une os dois volumes em um só filme, resgata cenas que ficaram de fora, reorganiza o ritmo da história e entrega exatamente o que o diretor idealizou.

É Tarantino dizendo, com todas as letras (e cortes profundos): “Agora vocês estão vendo Kill Bill de verdade.”

Uma vingança que merece ser revisitada

Enfim, mais de 20 anos depois, Kill Bill prova que estilo não envelhece, violência estilizada continua arte e que algumas histórias precisam ser contadas do jeito certo.

Pois é… Em março de 2026, os cinemas brasileiros recebem não apenas um filme, mas um acerto de contas cinematográfico.

E se você achava que já tinha visto tudo… Talvez ainda falte um último corte.

 

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