A Square Enix levou um dos jogos mais aguardados pelos fãs de RPG para a Brasil Game Show 2026!
E, pelo que foi apresentado na BGS 2026, a Square Enix parece determinada a encerrar essa jornada em grande estilo.
Novidades importantes
Quem jogou Remake e Rebirth certamente vai reconhecer a estrutura de combate de Revelation. A combinação entre ação em tempo real, gerenciamento de habilidades e decisões estratégicas continua sendo a base das batalhas. E a desenvolvedora não parece interessada em reinventar algo que já funciona muito bem.
Os confrontos continuam movimentados, com diversos efeitos acontecendo simultaneamente na tela, animações elaboradas e habilidades capazes de transformar cada batalha em um verdadeiro espetáculo visual.
Cid Highwind e Vincent Valentine roubam a cena!
Depois de integrarem a narrativa de Rebirth sem fazer parte do elenco jogável, Cid Highwind e Vincent Valentine finalmente assumem seus lugares nas batalhas.
E os dois apresentam propostas bastante diferentes:
Cid utiliza sua tradicional lança, apostando em ataques rápidos, movimentos aéreos e golpes que permitem atingir diferentes inimigos. Sua jogabilidade favorece a movimentação e a construção de sequências de ataques, oferecendo uma alternativa interessante aos personagens focados exclusivamente no combate terrestre.
Mas Vincent parece destinado a conquistar uma parcela significativa dos jogadores!
Utilizando suas armas de fogo, o personagem consegue pressionar os adversários à distância, intercalando disparos e movimentações evasivas. Porém, sua grande particularidade está na possibilidade de se transformar em uma criatura monstruosa, abandonando momentaneamente os tiros para partir para o combate físico.
Essa alternância entre estilos traz uma dinâmica – muito – interessante às batalhas, permitindo adaptar sua abordagem sem precisar necessariamente trocar de personagem.
Novidades!
Outra novidade importante apresentada em Final Fantasy VII Revelation é o sistema FITS: Functional Integrated Tactical Suitwear.
A mecânica acrescenta especializações aos personagens, funcionando de maneira semelhante a um sistema de classes, mas sem substituir suas habilidades e características originais.
Na demonstração, uma das opções apresentadas foi a especialização Summoner, que permite incorporar os poderes de invocações como Ifrit, Shiva e Titan diretamente ao combate.
Na prática, isso significa que as tradicionais criaturas da franquia deixam de ser apenas recursos utilizados em momentos específicos e passam a participar de maneira mais integrada das ações do jogador – perfeito, não? –
Mas, ainda será necessário conferir como essas opções se comportam ao longo de uma campanha completa. Afinal, a variedade de recursos só será realmente significativa se cada escolha oferecer vantagens e limitações capazes de influenciar a forma de jogar!
Visual cinematográfico
Visualmente, Revelation mantém o padrão elevado estabelecido pelos capítulos anteriores – mas claro que fotos e vídeos do jogo dentro do stand, não eram permitidos! –
A direção de arte continua apostando em cenários detalhados, personagens expressivos e efeitos que ajudam a transformar os confrontos em sequências cinematográficas.
O conjunto impressiona principalmente durante as batalhas, quando ataques especiais, partículas e movimentações dos personagens se combinam em uma apresentação bastante elaborada.
As impressões iniciais são favoráveis, mas são questões que precisarão ser melhor analisadas no desempenho geral quando a versão final estiver disponível!
A missão mais difícil!
Final Fantasy VII ocupa um lugar especial na história dos RPGs. E a trilogia Remake assumiu uma missão particularmente complicada: revisitar um clássico sem simplesmente reproduzir tudo aquilo que os jogadores conheceram no passado.
Os dois primeiros capítulos demonstraram que a Square Enix está disposta a reinterpretar acontecimentos, desenvolver personagens e explorar novos caminhos narrativos.
Agora, Revelation terá a responsabilidade de reunir todas essas escolhas e oferecer uma conclusão que faça sentido tanto para quem conhece profundamente a obra original quanto para quem começou essa jornada com Remake.
A demonstração apresentada na BGS priorizou a jogabilidade, deixando naturalmente muitas perguntas sobre a história ainda sem respostas – e talvez seja melhor assim. –
O peso emocional de Final Fantasy VII está justamente em seus personagens e nos acontecimentos que moldam suas trajetórias. Revelar demais neste momento poderia comprometer parte da experiência que aguarda os jogadores!
Primeiras impressões:
- Final Fantasy VII Revelation não parece querer abandonar a fórmula construída pelos seus antecessores. Pelo contrário, tudo indica que a Square Enix pretende aproveitar a experiência acumulada nos dois capítulos anteriores para entregar uma versão ainda mais completa de seu sistema de combate.
- A chegada de Vincent e Cid amplia as opções de jogabilidade, enquanto o sistema FITS acrescenta uma camada de personalização que pode fazer diferença ao longo da aventura.
- O visual continua impressionante e as batalhas mantêm o dinamismo que se tornou uma das principais marcas desta releitura!
- Ainda existem pontos que precisam ser comprovados, especialmente o equilíbrio das novas mecânicas, a variedade de desafios e, principalmente, a capacidade de entregar um encerramento narrativo à altura de tanta expectativa.
- Se conseguir reunir esses elementos, Revelation tem potencial para se tornar não apenas uma conclusão memorável, mas também o capítulo mais completo da trilogia!
Quando vamos descobrir?
Final Fantasy VII Revelation tem lançamento previsto para 8 de abril de 2027, com versões para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC.
Pelo que vimos até agora, a Square Enix quer garantir que a despedida seja inesquecível!
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