O mundo dos animes perdeu um de seus grandes guerreiros. O dublador japonês Kōzō Shioya, conhecido mundialmente por dar voz a Majin Boo em Dragon Ball Z, faleceu aos 70 anos, no dia 20 de janeiro de 2026, no Japão.
A informação foi confirmada por sua agência, a Aoni Production, e chegou ao público brasileiro apenas agora.
Ademais, Shioya partiu após uma hemorragia cerebral, deixando um legado que atravessou gerações… e universos.
A voz por trás de um dos vilões mais icônicos de Dragon Ball
Para os fãs, Kōzō Shioya não era apenas um dublador. Ele era a alma por trás de Majin Boo, personagem que começou como ameaça absoluta e terminou conquistando o coração do público com seu jeito infantil, imprevisível e… faminto.
Além disso, foi Shioya quem deu vida às múltiplas versões do vilão: do Boo inocente ao Kid Boo caótico, usando uma combinação rara de humor, estranheza e perigo.
Pois é… Um trabalho tão marcante que se tornou definitivo dentro da franquia. Sem exagero: sem aquela voz, Majin Boo não seria Majin Boo.
Relembre sua trajetória
Com uma carreira extensa e respeitada, Kōzō Shioya marcou presença em diversas produções importantes da animação japonesa. Entre seus principais trabalhos, estão:
- Majin Boo — Dragon Ball Z, Dragon Ball Kai e produções derivadas
- Minoru Kamiya — Maison Ikkoku
- Isamu Tachi — Urusei Yatsura
- Masaru Daimon — Digimon Savers
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Participações em diversas séries e filmes de anime ao longo das décadas, sempre ligado a personagens de forte personalidade.
Além disso, veterano da dublagem japonesa, Shioya era conhecido por sua versatilidade vocal e por conseguir transitar entre o cômico e o ameaçador com naturalidade.
Um legado que não vira poeira
No universo de Dragon Ball, vilões são derrotados, planetas explodem e tudo pode ser reconstruído com as Esferas do Dragão. Na vida real, não.
No entanto, o que não desaparece é a marca deixada por Kōzō Shioya. Sua voz continua ecoando em episódios, filmes, memes, dublagens e na memória afetiva de milhões de fãs ao redor do mundo.
Hoje, o Majin descansa. Porém o legado… esse é imortal.
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