Ainda aproveitando o hype do novo filme do cabeça-de-teias, decidimos separar as 10 PIORES aventuras do Homem-Aranha no mundo dos games! Especialmente para aqueles que foram ao cinema e deram de cara com 3 Tom Hollands, em uma realidade alternativa! Confira!

10 – Spider-Man 3 (2007 – PC, PlayStation 2, PlayStation 3, PSP, Xbox 360, Wii, DS, GBA)

Homem-Aranha 3 foi um lançamento de nova geração para o PS3 e Xbox 360, e os jogadores esperavam um avanço nos gráficos e na mecânica que simplesmente não foram entregues. O game, assim como o filme no qual foi baseado, não passa de medíocre. Ele sofre de muitos glitches, além de uma campanha muito curta, mas a maioria das reclamações giram em torno do fato de possuir muita similaridade com Homem-Aranha 2, um game de 3 anos antes. Não acrescentou nada substancial o suficiente para justificar o lançamento da próxima geração na época.

9 – The Amazing Spider-Man 2 (2014 – PC, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One, WiiU, 3DS, iPhone/iPad)

Baseado no filme de mesmo nome, chegou aos consoles no início de 2014 com críticas nada impressionantes, deixando muitos fãs desapontados. Foi também a última tentativa da Activision em publicar um jogo do Homem-Aranha após vários anos de sucesso moderado a absoluto, azedando a reputação da empresa pouco antes de a licença ser entregue à Sony Interactive Entertainment e à Insomniac Games para Marvel’s Spider-Man, de 2018. Certamente não é o jogo mais horrível da lista, mas sofre por priorizar a quantidade em vez da qualidade. É um jogo com muitos vilões, muitas missões secundárias e muitos pontos de trama sendo adicionados a um filme do Homem-Aranha que por si só já é ruim. Além disso, apresenta uma série de bugs de desempenho e falhas que prejudicam a jogabilidade básica. No geral, é apenas mais uma sequência decepcionante dos melhores jogos do Aranha que outrora eram licenciados pela Activision.

8 – Spider-Man vs. The Kingpin (1991 -Sega Genesis, Sega Master System, Sega Game Gear, Sega CD)

A aventura exclusiva da Sega do Spidey é incrivelmente desafiadora mesmo em seu nível mais fácil, e isso sem mencionar o modo “Nightmare” na versão em CD da Sega. A pior coisa que pode ser dita sobre “Spider-Man vs. The Kingpin” é que é notoriamente difícil e que outros jogos simplesmente tiveram um desempenho melhor nos anos seguintes. Apesar disso, o game tem alguns prós, como o fato de que incorpora tantos dos poderes únicos do teioso em mecânicas de ação-plataforma em um game genérico, o colocando um passo acima de alguns dos outros títulos nesta lista. O jogo também apresenta finais alternativos, dependendo de quão bem você joga o nível final.

7 – Spider-Man: The Animated Series
(1995 – SNES, Sega Genesis)

Uma tentativa de adaptar o desenho animado de 1994 do Aranha, um jogo que infelizmente não capturou o espírito do amado programa, apresentando um enredo genérico carregado por controles desajeitados. A jogabilidade e o level design diferem ligeiramente entre as versões SNES e Sega Genesis, mas seguem a mesma história básica: a cidade de Nova York está sendo aterrorizada por vários vilões do Homem-Aranha após uma fuga em massa da prisão de Ravencroft. A inclusão de vilões menos conhecidos como Alistair Smythe (também conhecido como o Ultimate Spider Slayer) é interessante o suficiente, mas não compensa as inúmeras falhas do jogo, não oferecendo muito em termos de jogabilidade e nem mesmo de diversão.

6 – The Amazing Spider-Man (1990 – Game Boy)

A Rare lançou um dos piores jogos do “Homem-Aranha” já feito – o infame “O Espetacular Homem-Aranha” para Game Boy. Nesta versão, a esposa de Peter, Mary Jane, está sendo mantida refém, e ele parte em uma jornada em um side-scrolling simplista para encontrá-la. O título oferece um desafio suficiente sem ser muito longo, durando apenas cerca de vinte minutos do início ao fim. O título também inclui tantos poderes de aranha quanto a Rare poderia oferecer dadas as limitações do sistema. Mas são essas limitações que provaram ser a queda de “O Incrível Homem-Aranha”. A tela monocromática do Game Boy retira a cor do herói, e o Aranha constantemente se mistura com o fundo do cenário como resultado, confundindo o jogador. E para piorar, existem muitas habilidades para serem colocadas em um jogo onde os jogadores têm apenas dois botões disponíveis – rastejar na parede é restrito a apenas dois níveis, e todos os outros poderes do Aranha devem ser executados segurando o botões de salto e soco.

5 – Spider-Man: Battle for New York (2006 – Nintendo DS, Game Boy Advance)

Outro título portátil side scrolling nada assombroso, desta vez ocorrendo novamente no universo Ultimate Marvel, assim como foi com Ultimate Spider-Man. A história reinventa a primeira altercação do Homem-Aranha com o Duende Verde, que é criado neste universo quando Norman Osborne tenta recriar as origens radioativas de Peter Parker com a ajuda de sua Fórmula de Oz. O Duende Verde decide criar um exército de duendes com os cidadãos de Nova York. A história em si não é tão ruim, mas é marcada por levels restritivos e mal projetados, bem como combates difíceis que frustram profundamente os jogadores. Ele também foi lançado depois que os jogos do Homem-Aranha começaram a melhorar, fazendo seu desempenho parecer pior em comparação com os demais.

4 – Spider-Man: Return of the Sinister Six (1992 – NES, Sega Master System, Game Gear)

O jogo estava fadado ao fracasso desde o início, já que foi lançado no NES depois que o Super Nintendo estava no mercado americano por pelo menos um ano; os controles desajeitados e desempenho de jogo escalonado não ajudaram em nada. É um jogo vibrante, colorido e captura muito bem a aparência do personagem e os ambientes, pelo menos para aquela época. O problema com este sidescroller são seus controles complicados. Agarrar-se a plataformas acima de você e balançar nelas é uma tarefa árdua, e a detecção de colisão às vezes faz com que seus ataques pareçam passar direto por um oponente sem causar danos.

3 – The Amazing Spider-Man: Web of Fire (1996 – Sega 32X)

Um dos títulos mais obscuros do lançador de teias. Ele foi lançado para o Sega 32X, bem na época em que a Sega anunciou que estava abandonando o sistema malfadado. Em uma intriga simples que colocava o Aranha contra alguns de seus inimigos igualmente obscuros, como Homem Dragão, Enguia e Os Novos Executores. Os vilões são genéricos e oferecem lutas insatisfatórias, as animações são lentas e os dedos pegajosos do Homem-Aranha atrapalham com mais frequência do que realmente ajudam, grudando em perigos do cenário, como barris de fogo e objetos eletrificados, o que leva a uma tonelada de mortes irritantes. Além disso, enquanto se balança pelos telhados da cidade de Nova York, há seções do jogo em que os jogadores precisam pular para o espaço vazio, em um salto de fé, torcendo para que haja um prédio na próxima tela. O jogo oferece pouco que não poderia ser realizado por um console de uma geração anterior.

2 – Spider-Man and Captain America in Doctor Doom’s Revenge (1989, 1990 – Amiga, Amstrad CPC, Atari ST, Commodore 64, DOS, ZX Spectrum)

Homem-Aranha e Capitão América em a Vingança do Doutor Destino é um jogo de computador side-scrolling estrelado pelos super-heróis da Marvel, Homem-Aranha e Capitão América, lutando contra uma série de supervilões liderados por Doutor Destino. O jogador controla alternadamente o Capitas e o Aranha, havendo alternância entre os personagens controlados após cada batalha. O game é extremamente linear, com controles irresponsivos. A Marvel Comics também lançou uma história em quadrinhos que estava disponível apenas na embalagem do jogo, embasando o plot que levou à missão do Homem-Aranha e do Capitão América de deter o Dr. Doom, mas diferente dessa HQ bônus, a história do game não é tão instigante quanto o material que acompanhava o game.

1 – The Amazing Spider-Man (1990 – PC, Atari ST, Amiga, Commodore 64)

Um game com uma mudança chocante de ritmo nascida do desejo de criar uma espécie de quebra-cabeça de plataforma que colocasse a inteligência e as habilidades de lançar teia de Spidey em maior uso, mas o resultado é um pequeno sprite de Homem-Aranha rastejando desajeitadamente através de áreas gigantes confusas, sem poder usar seu Sentido de Aranha como ajuda, ou qualquer uma de suas habilidades ofensivas. Talvez por causa das limitações da plataforma, os quebra-cabeças neste jogo ficaram difíceis. Pelo menos oas fases apresentam diferentes gêneros de filmes, o que é um pequeno aceno para o amor de Mysterio pela magia do cinema. Não é o tipo de referência aos quadrinhos que os fãs esperavam, mas mesmo assim, não deixa de ser uma referência precisa.