Console desbravador da SEGA, o Master System foi um guerreiro mas acabou subjugado pela gigante Nintendo, mas a sua existência nos brindou com grandes jogos e marcou a vida de muitos gamers” O console foi marcante e foi em alguns países foi um grande sucesso.

Master System
Master System – Sonic The Hedgehog

Especificações:
Geração:
Lançamento: 20/10/1985 (JP), 06/1986 (EUA), 09/1987 (Europa), 04/09/1989 (Brasil)
Descontinuado em: 1989 (Japão), 1992 (EUA), 1996 (Europa)
Desenvolvedor: SEGA
CPU: 8-bit Zilog Z80, à 3.58 MHz (3.579545 MHz)
Resolução: 256 x 192 e 256 x 224. PAL/SECAM suporta 256 x 240; 64 sprites simultâneos, de 8 x 8 e 8 x 16; 64 cores, sendo até 32 simultâneas (16 para sprites e backgrounds e 16 só para backgrounds).
Memória: ROM 128K bits, RAM 64K Bits; Vídeo 128K bits.
Mídia: cartuchos de 44 pinos (Japão e Coreia do Sul) ou 50 pinos (demais regiões), Sega Game Card. Algumas versões da Tec Toy não tem slot (só jogos na memória).
Venda Estimada: +- 12 milhões
Jogo mais vendido: Alex Kidd in Miracle World (mundo) / Castle of Illusion (Brasil)

Nem sempre o mais forte vence

A gigante SEGA já era uma referência no ramo de árcades e até tinha se aventurado nas residências ao redor do mundo, mas sempre sem sucesso. Nem mesmo em sua terra natal ele conseguiu se destacar e na América dominada pela mão de ferro da Nintendo também não houve grande receptividade.

Isso graças a política conservadora da Nintendo para com os produtores e também pelo fato do Nintendinho estar em quase todos os lares de quem se propunha a ter um vídeo game.

O console tinha mais poder que o seu rival, mas isso não foi suficiente para que a SEGA conseguisse fazer frente ao Nintendinho, e a empresa só conseguiu algum reconhecimento em mercados aonde a Nintendo não tinha forte influência, e um desses mercados ainda era o pouco visado Brasil.

NES
NES – O Eterno Rival

Com a distribuição e marketing certeiro da Tec Toy, o console consegui um ótimo desempenho no mercado nacional, abrindo as portas para os futuros consoles da gigante japonesa.

Master System – lançamento Asiático

O Master System não foi a primeira investida da SEGA no mundos dos consoles, antes do Master System a gigante japonesa já havia amargurado fracassos com os consoles SG-1000 (Sega Game 1000) e o sucessor SG-1000 II, por exemplo.

Ademais, mesmo com todo prestígio que a empresa possuía no mundo dos árcades japoneses, não tinha sido suficiente para garantir o sucesso dos primogênitos. A terceira empreitada da empresa apresentava um console mais sofisticado, mas mesmo assim a vida não seria fácil.

Infelizmente para o SegaMark lll as coisas não seriam fáceis, pois seu inimigo o então Famicon já tinha total domínio do mercado e gozava de um prestígio incontestável, e para o guerreiro da SEGA restava apenas lutar e torcer para que as coisas fossem menos pior possível.

É Par piorar naquela época a Nintendo, devido ao seu grande sucesso havia monopolizado o mercado com a política de que qualquer empresa que quisesse produzir jogos para o Famicon, não poderiam produzir para qualquer outra empresa, caso contrário o contrato era encerrado.

Sega Mark 1000
Sega Mark 1000

Como o Famicom estava no domínio completo do mercado asiático ninguém se aventuraria a entrar em conflito com a Nintendo. Isso deixava o console da SEGA limitado aos games que ela própria viria a produzir e alguma empresa que por ventura vinhe-se a fechar com a SEGA e ter a porta fechada na Nintendo, por exemplo.

Entretanto, com esse cenário desfavorável a SEGA chegaria ao mercado com o Sega Mark III na data de 20/10/1985, dois anos após o Nintendinho. O console tinha design assinado por Hydeky Sato a um preço de ¥15.000, o que seria cerca de $240,00.

O Sega Mark lll aceitava cartuchos de até 1 Mega ou um cartão chamado de Sega Game Card com limite de 256 Kbits, também podia ter seus jogos gravados na memória (Podia ser usado quando não havia jogos conectados ao console). O console também vinha com retrocompatibilidade com o Sega Mark 1000 o que ajudou a alavancar o console no início.

Ademais, no primeiro ano o console vendeu até bem chegando a marca de 1 milhão de consoles vendidos, mas esse bom retrospecto não iria muito longe e as coisas ficariam difíceis… muito difíceis.

Após dois anos de luta no mercado o Sega Mark III ganhou uma remodelagem e alguns recursos novos para continuar na luta contra o líder soberano do mercado de games. A nova versão era igual a versão ocidental e vinha com o nome de Master System e já tinha as cores e padrão e tamanho americano.

SegaMark lll
SegaMark lll – Console Completo

Também foi adicionado um chip de som chamado FM que melhorava a qualidade dos sons nos jogos. Também foi acrescentado os famosos óculos 3D, que foi o maior diferencial para seu concorrente, mas mesmo com todo esse apelo não foi possível para o então Master System conseguir abalar o reinado do Famicon.

Com a disputa no mercado asiático já definida com larga vantagem para a concorrência, coube ao Master System tentar uma nova empreitada no mercado ocidental.

Lançamento Americano

Após um ano de lutas e conseguindo apenas derrotas no mercado asiático, a SEGA e seus executivos definem sua entrada no mercado Americano. O NES também nesse mercado, gozava de um enorme prestígio e novamente não seria fácil para o Master System demarcar território.

Ademais, a SEGA tinha a esperança de conseguir algum sucesso no mercado Norte Americano, mesmo com o NES da Nintendo tendo chegado quase uma ano antes, e já ter se consolidado no mercado.

A principio qualquer pessoa veria isso como uma missão quase que impossível devido ao fracasso que a SEGA e seu console haviam conseguido em casa. Entretanto, por incrível que pareça hoje, a missão acabou que sendo parcialmente cumprida.

Master System - Versão Americana
Master System – Versão Americana

O console Americano que também é o Brasileiro era de imediato mais bonito, e passava uma imagem bem mais moderna que seu antecessor. Isso por si só já chamava a atenção, por exemplo. O console vinha com uma trava de região, impedindo o uso de jogos do modelo Asiático, essa trava foi imposta nos pino do cartucho, que impediam a sua conexão com o console.

Ademais, controle não sofreu alteração e continuou igual a do mercado japonês, bem que poderiam ter re-estilizado os botões de pause e select, mas isso não aconteceu em nenhum mercado em que a primeira versão do Master System foi lançado.

Isso veio a ser corrigido apenas nas outras versões melhoradas do console, como no Master System III Compact da Tec Toy.

Master System - Controle
Master System – Controle

O primeiro modelo do console a ver a luz do dia trouxe na memória o game Astro Warrior, um jogo de nave que pode ser jogado por duas pessoas, sendo uma de cada vez, guiando sua “navinha” pelo espaço com o objetivo de sobreviver até o final da fase para encontrar um boss e dar prosseguimento a fase posterior.

Os outros consoles a serem fabricados viriam com outros games que seriam Hang On e Safari Hunt. Esses em um cartucho que trazia os dois games ou também em sua memória como na primeira versão do console.

Também existe a versão que traz o game Hang On junto com o game Snail Maze, esse último vinha como um game secreto, que era acessado ao ligar o Master System III com o analógico superior acionado mais os botões 1 e 2.

A caixa do console também trazia mais um controle adicional, além da pistola Light Phaser, sendo assim quem comprava o Master System tinha uma experiência completa para jogar, sendo necessário apenas plugar o console na tomada e começar a jogar.

Hang On - 1985
Hang On – 1985

A SEGA usou um método diferente, sendo assim ela deixou a cargo da Tonka, a distribuição e todo trabalho de propaganda do Master System nos Estados Unidos. A Tonka era uma empresa fabricante de brinquedos que não tinha qualquer familiaridade com consoles.

Como podemos imaginar, as coisas não foram como esperadas e a parceria não foi frutífera, com poucos lançamentos e licenciamentos, tudo culminou em baixíssimas vendas.

Para piorar todo o cenário, a Nintendo havia implantado seu método de exclusividade de parceria, que consistia em que toda a empresa que trabalhasse com a Nintendo, não poderia exercer qualquer outra atividade com outras empresas do setor, ou seja para trabalhar com a Nintendo e seu consagrado NES, as empresas tinham de se sujeitar a um regime total de exclusividade.

Com isso, quase todas as empresas abriram mão de produzir qualquer coisa para o 8-bits da SEGA com medo de perder a parceria com a toda poderosa Nintendo.

Com isso sobrou para a SEGA o trabalho de produzir seus próprios jogos, e nesse momento, também arcar com todo trabalho de distribuição e propaganda, já que devido as trapalhadas da Tonka, o acordo acabou por não perdurar.

Algumas empresas ainda tentaram produzir algo para o Master System, foi o caso a Activision, mas além do problema com a Nintendo, produzir para o Master System não era certeza de lucro, e sendo assim essas empresas acabaram por pular do barco que já estava fazendo água.

Ghostbusters - 1984 - Activision
Ghostbusters – 1984 – Activision

Com todo esse turbilhão de problemas para resolver, o alto escalão da SEGA resolveu aplicar algumas mudanças no planejamento, e com isso nascia o Master System II, um console mais enxuto e com algum atrativo a mais para o consumidor. O Console vinha sem o leitor de cartões e com o jogo mais reconhecido do console na memória, Alex Kidd in Miracle World.

Essa mudança de planos mostrava uma SEGA mais agressiva, procurando de alguma maneira se estabelecer no mercado, já que Alex Kidd estava como para Mario na Nintendo (Lembre-se que o porco espinho ainda não tinha aparecido…).

Com toda essa agressividade no hardware e uma forte campanha promocional a SEGA conseguiu fazer com que seu console vendesse exatamente igual vendia antes… isso mesmo, nada mudou e as vendas ainda eram péssimas.

Ademais, como todas as coisas e estados são mutáveis, eis que em 1991 alguma coisa aconteceu e as coisas começaram a mudar para a gigante japonesa. Em julgamento por sua politica protecionista, a Nintendo foi condenada por seu método de monopólio pelas leis antitrust americanas.

Com isso o contrato que a Nintendo implicava a seus desenvolvedores foi invalidado. Com isso todas as empresas estavam aptas a trabalhar com a SEGA sem perder a validade do contrato com a Big N, por exemplo.

Master System II
Master System II – Caixa com acessórios

O problema é que isso demorou demais a acontecer, e no momento em que aconteceu as chances para o Master System já não existiam mais, a SEGA já vinha trabalhando forte no sucessor do aparelho, um novo console de 16-bits que vinha como um rolo compressor.

Sendo assim a vida do Master System na América chegava ao fim, melancólico e quase sem representatividade, vendendo pouco mais de 2 milhões de consoles e não trazendo nenhum risco ao império da Nintendo.

Mas acontecia um fato curioso com a SEGA em um outro continente. Na Europa as coisas eram bem diferentes para o console 8-bits da SEGA.

Master of Europe

A luta do Master System na Europa começou a ser travada em meados do inicio de 1987, chegando desde o inicio com uma campanha forte e incisiva, o que desde o inicio já mostrava que a empresa, naquele continente tinha tomado decisões mais felizes.

A Nintendo ainda não era oficialmente representada em muitos países da Europa, e com conhecimento disso a SEGA viu nessa lacuna uma chance, e passou a distribuir seu console por quase toda a Europa logo no lançamento.

Ademais, os únicos concorrentes da SEGA em muitos países Europeus eram os Amiga 500 e o Atari ST, que não eram bem consoles.

Amiga 500
Amiga 500

Com isso a SEGA teve mais oportunidades de colocar o Master System no cento das atenções, o que com certeza era uma oportunidade unica de fazer as coisas acontecerem. Para se ter uma ideia de quanto a SEGA seu console cresceram naquele continente, ao final de 1993 a SEGA tinha emplacado cerca de 6 milhões de Master System no velho continente, os países aonde o Master System mais vendeu foram França e Reino Unido, aonde fora vendidos cerca de 1,5 milhões de consoles em cada um deles.

Detalhe, a Nintendo só passou a ter mais mercado na Europa já no fim da vida do Nes, quando passou a disponibilizar seus produtos de maneira oficial, mas como aconteceu com a SEGA nos Estados Unidos, já não havia muito que se fazer, e na verdade a big N estava preparando terreno para o sucessor do seu 8-Bits.

Com todo o sucesso alcançado na Europa, e com o velho continente praticamente sendo um bolsa de ar embaixo de um oceano, a SEGA acabou por criar uma divisão naquele continente, ainda de olho na falta ou pouca representatividade da Nintendo naquele continente.

Ademais, com isso e todo o mercado favorável, já que naquele continente a Nintendo não havia aplicado sua politica protecionista, e mesmo com o fim desta, não havia resquícios desse monopólio, todas as empresas podiam criar livremente para o console da SEGA.

Empresas como Acclaim, Domak, Virgin e muitas outras produziram bons jogos para o Master System, e foram de suma importância para a SEGA, pois através dessas empresas a SEGA conseguia lançar esses jogos em outros países fora dos estados Unidos, como por exemplo no Brasil, alias o Brasil foi outro berço de ouro para o Master System, fazendo um grande sucesso e sendo vendido até hoje,

Krusty's Fun House 1993 - Acclaim
Krusty’s Fun House 1993 – Acclaim

Master System Brasil

O Master System desembarcou nas terras tupiniquins em 4 de setembro de 1990, sendo assim nesse ano o console faz 29 anos, e por incrível que possa parecer, o console ainda hoje tem mercado no Brasil e é lembrado com muita alegria por boa parte dos jogadores que em algum momento de sua vida gamer tiveram o console.

Tec Toy - 30 anos com a SEGA
Tec Toy – 30 anos com a SEGA

Ademais, o console foi um sucesso absoluto chegando a marca de mais de 2 milhões de consoles vendidos, contando com todas suas versões, e alcançou e com isso o Brasil foi aonde o console mais vendeu no mundo, consagrando a SEGA no Brasil, e isso faria com que sempre, a empresa estivesse presente no nosso pais com seus consoles.

O Master System chegou ao brasil através da Tec Toy, que diferente do que aconteceu em outros países, criou uma campanha de marketing matadora fazendo com o já quase esquecido Atari 2600 e o aclamado Nes ficassem em segundos planos para que queria comprar um console.

 

Com o console se tornando um grade sucesso no mercado nacional, a Tec Toy começou a criar conteúdo próprio para o console, e isso novamente se mostrou uma jogada certeira, e novamente fez com que o console vende-se muito bem, e além disso alavancou o mercado de criação de games no Brasil.

Usando como base alguns games de sucesso do Master System como Wonder Boy e Teddy Land, a Tec Toy firmou parceria com o cartunista Mauricio de Souza e criou clássicos como Monica no Castelo do Dragão e Geraldinho. Esses jogos até nos dias já no lançamento foram bem avaliados pela mídia especializada na época, e fez com que o Master System tomasse de assalto os lares brasileiros.

Não podemos deixar de lembrar o grande trabalho que a Tec Toy fez junto ao game Phantasy Star, que foi totalmente adaptado para o mercado nacional. Mesmo sendo um gênero que não era o principal no consumo dos gamers Brasileiros, o gane foi muito bem aceito, e para muitos especialistas foi o game que tornou o gênero RPG conhecido entre os gamers, fazendo os consumidores se interessarem mais por games de RPG.

Phantasy Star - Totalmente localizado
Phantasy Star – Totalmente localizado

Em 1989 o Master System começou a ser lentamente descontinuado para deixar o palco para um tal de Mega Drive. Em 1989 o primeiro mercado em que o console deixaria de ser fabricado era o Japonês, seguido por EUA e EU em 1991 e mais tarde em 1996, respectivamente.

Ademais, no Brasil antes de ser descontinuado, o console teve muitas versões lançadas, e algumas em especial ainda são muito procuradas por colecionadores e por apaixonados pela plataforma, uma dessas versões é o Master System Super Compact, que tinha como atrativo a possibilidade de ser jogado em uma TV sem a nessecidade de cabos.

Master System Super Compact - Versão mais rara do console
Master System Super Compact – Versão mais rara do console

No mercado Brasileiro o console seguiu firme durante os anos, e a Tec Toy fez de tudo para dar sobre folego ao console, e nessa luta o Master System sobreviveu até 2003, quando foi descontinuado a versão com slot de cartuchos, uma marca histórica para o pequeno notável da SEGA.

Ainda hoje o console é fabricado, mas resta pouca coisa do modelo original, já que em sua maioria, não ha suporte para os acessórios que foram lançados ao longo do tempo, além de o console ter um hardware menos robusto, tendo em mente uma produção mais econômica e voltada para um publico iniciante e com poucas exigências.

Acessórios Versões e Curiosidades

Como um console lançado mundialmente, o Master System teve muitas versões lançadas, algumas com nomes que a gente nunca imaginaria ser o console, caso tivéssemos só o nome como referencia. nesse caso temos o Game Boy e Alladin Boy. Nomes que o console ganhou na Coreia do Sul, aonde por questões legais, a SEGA subsidiou a montagem e lançamento do console com a Samsung.

Alladin Boy - Lançado apenas na Coréia
Alladin Boy – Lançado apenas na Coréia

O Console teve, assim como no Brasil, inúmeras versões lançadas em outros países, e isso aconteceu muito no final da vida do console, quando em prol de um custo de produção mais barato, as empresas começavam a retirar peculiaridades do console, culminando finalmente com a retirada de seu slot de cartucho, barateando e muito sua produção.

Ademais, o console enquanto vivo teve uma vasta gama de versões, e todas elas como bons recursos para a época, isso infelizmente acabou quando as empresas começaram a lançar os modelos sem slot de cartucho, quando os consoles 8Bits já não tinham como concorrer com os aparelhos mais modernos.

O Master System também foi um console com muitos acessórios, alguns dele eram revolucionários para a época, com ideias que ainda hoje aplicamos de alguma maneira a forma atual de se jogar. Um exemplo claro disso era seu cartão de memória, recurso esse que tornava o game bem mais atrativo financeiramente, além claro da sua pistola…

Vamos abaixo destrinchar alguns desses periféricos.

  • Controle Sport
Master System - Controle Sports
Master System – Controle Sports

Sega Sports Pad, ou simplesmente Sports Pad,  O Sega Sports Pad diferenciava-se do joystick padrão do Master System por possuir uma Trackball no lugar do direcional, oferecendo, assim, uma abordagem diferente aos jogos esportivos.

Existem duas versões deste joystick – a versão norte-americana, que é maior e possui interruptores extras para permitir a sua utilização em jogos não-esportivos, e a variante japonesa, que é menor e não possui esse recurso.

  • Cartão de Memória
Master System - Memory Card
Master System – Memory Card

O Sega Card , conhecido no Japão como Sega My Card , é um cartão de memória usado como armazenamento de jogos para o SG-1000 / SC-3000 e o Mark III / Master System. Produzidos de 1983 a 1987 pela Mitsubishi Plastics, os cartões são plugados em slots de cartões integrados ou em adaptadores compatíveis.

Ademais, várias versões do formato foram criadas, incluindo uma regravável que permite que novos títulos sejam baixados para um cartão

  • Controle Arcade
Master System - Controle Arcade
Master System – Controle Arcade

 

  • Light Phaser
Master System - Light Phaser
Master System – Light Phaser

 

  • Controle Asa
Master System - Controle Asa
Master System – Controle Asa

 

Master System e seus grandes jogos

O Master System tem um catalogo imenso de bons jogos, e eu como apreciador e jogador da plataforma posso e vou recomendar alguns jogos que foram o ápice do console, e algumas pérolas esquecidas do Master System.

Pra você que não conhece muito bem o console, começar com esses jogos pode fazer toda a diferença entre você se apaixonar pelo console e deixar ele no esquecimento.

  • Phantasy Star

Phantasy Star sempre foi o carro chefe em termo de RPG da SEGA, e nesse caso se tornou um jogo ainda mais importante para nós brasileiros, pois por ter sido totalmente localizado para o português, o game praticamente introduziu o gênero RPG em nosso pais.

Além desse detalhe, o game também tinha uma imensa qualidade, algo que poucos games conseguiriam atingir ao longo de toda a geração 8 bits, se tornando um clássico absoluto no Master System, e posteriormente nos outros consoles da SEGA.

Phantasy Star
Phantasy Star
  • Golden Axe

Outro grande game da SEGA que deu as caras no Master System, e também ficou conhecido como um dos grandes games do console. O jogo sofreu algumas mudanças para que pudesse se encaixar no sistema 8 bits, mas nem de longe essas mudanças afetaram de modo negativo o game.

O jogo é bem divertido e consegue capturar toda a energia que foi criada para os arcades e para o Mega drive, é um clássico da SEGA que deve ser jogado também no Master System.

Golden Axe
Golden Axe
  • Double Dragon

Double Dragon foi o grande expoente dos jogos chamados de Beat n’ Up, mesmo sendo amado por uns e odiado por outros, o game é uma referencia no console 8 bits da SEGA. O game também foi lançado para o NES, mas a versão para Master System tinha um grande diferencial em comparação ao concorrente, podia se jogado por duas pessoas simultaneamente!

O game é a versão mais próxima do árcade que você poderia jogar na época, e tinha grandes evoluções diante da versão do rival, que iam desde maior paleta de cores, até o numero de inimigos na tela, sempre tendo superioridades na verão de Master System.

Double Dragon
Double Dragon
  • Forgotten Worlds

Eis aqui um grande clássico dos árcades dos anos 80 que teve uma conversão muito boa para Master System. O game foi lançado em 1988 para os árcades pela Capcom, em 1991 foi feita uma ótima conversão pela SEGA e tornou o game inesquecível para que colocou as mãos nele.

O game tem muitas opções de armas e itens que ajudam você a vencer todas as fases, essas armas e itens podem ser compradas através de uma loja durante toda a sua jornada. O jogo tem uma ótima jogabilidade e flui muito bem, mesmo com todas as limitações do console. Esta fielmente próximo árcade.

Forgotten Worlds
Forgotten Worlds
  • Castle of Iluusion

Um game que não precisa de apresentação, mesmo que você nunca tenha tido um Master System, é difícil de não conhecer esse que junto a versão de Mega Drive, é um dos melhores jogos em suas respectivas plataformas.

O game tem gráficos que levam o Master System a um nível de qualidade inesperado, a animação do conhecido ratinho é ótima e mostra todo o poder do 8 bits da SEGA. Obrigatório para que gosta de jogos com qualidade independentemente de gráficos e fabricantes.

Castle of Ilusion
Castle of Ilusion

Considerações Finais

Bom, e é isso ai pessoal, essa foi uma curta e breve parte da historia desse fantástico console que fez parte da minha vida e da de muitos gamers até hoje, espero que vocês tenham gostado e que esse texto corrobore as lembranças que guardam do console, e que incite novos aventureiros desse belo e único console.

Até a próxima.

Oficial: Tec Toy