Trenches Of Fire

ENTREVISTA | Políbio Cunha, vocalista da Trenches Of Fire

Olá, leitores do Teoria Geek! Políbio Cunha, vocalista da banda Trenches Of Fire, uma das grandes promessas do Power Metal brasileiro, desde 2018, concedeu uma entrevista ao TG e contou um pouco sobre inspirações e ambições de sua carreira musical. Ainda, o vocalista comentou a respeito da repercussão do último EP e o crescimento da banda.

Políbio Cunha, vocalista da Trenches Of Fire

Teoria Geek (TG): Primeiramente, como foi o processo de reformulação pelo qual a Trenches Of Fire passou em 2018?


Políbio Cunha (PC): Eu já havia tocado com o Ibiran Santos  (guitarrista fundador da trenches ) em 2016. Num projeto paralelo chamado Dreamfinity que não chegou a ir pra frente. Então, quando eles sofreram a cisão e passaram por um hiato no ano de 2017 , no começo de 2018, eu fui convidado e desde então fomos chamando novos membros para dar início ao processo de produção das músicas.


TG: As canções da Trenches Of Fire seguem  temáticas épicas e históricas. Dessa forma, qual tem sido a maior fonte de inspiração para as composições no momento?


PC: Livros de história, filmes ligados à segunda guerra mundial, porém sempre usando um pano de fundo para representar o heroísmo do Brasil nessa passagem histórica.


TG: De onde surgiu essa paixão pela história?


PC: Desde a infância sou fascinado por história, de  modo que a minha maior inspiração musical nesse sentido foi o Iron Maiden, com músicas como “Alexander The Great”, a egiptologia presente no álbum “Powerslave”, a literatura britânica presente no álbum “Seventh Son Of A Seventh Son”..


TG: Aproveitando o que você comentou a respeito do Iron Maiden, quais são as principais influências sonoras da Trenches Of Fire  na atualidade?


PC: Iron Maiden, Viper, Angra, mais especificamente no álbum “Angels Cry “e Helloween.


TG: Em quem você se inspira como vocalista?


PC: A primeira vez em que eu ouvi Iron Maiden, fiquei fascinado pela voz do Bruce, mas foi o Andre Matos no Shaman que me fez querer ser vocalista


TG: Qual é a sua maior ambição como artista? Além disso, qual seria a maior ambição da Trenches Of Fire no momento?


PC: A minha maior ambição como artista é que a minha música toque a vida das pessoas positivamente, que faça parte da vida das pessoas, isso é o maior legado que eu creio que posso deixar nesse mundo. E como banda, ser o mais profissional possível, a ponto de ter as condições necessárias de atingir os objetivos de projeção nacional e internacional sem trair os nossos ideais e princípios dentro da música.


TG: Como você tem notado a recepção do EP “The Blood Pages Of History?


PC: A repercussão tem sido positiva. Inclusive na Ásia e Europa, onde nós ultrapassamos a marca de 21.000 cliques nas plataformas digitais, especialmente no Japão e em países do leste europeu. Além da repercussão surpreendente na Carolina do Norte, através da rádio Metal Messiah no programa The Powerslaves’Show,  do grande Toby Gamble. Tudo isso nos deixa muito animados e seguros de que estamos no caminho certo


TG: A Trenches Of Fire tem previsão para o lançamento do novo álbum? Teriam alguma novidade planejada para 2020?


PC: Essa pandemia pegou a gente de surpresa, de modo que a agência que cuida de todo o planejamento para o lançamento do nosso álbum, desde as prensagens e distribuição também foi afetada negativamente. Entretanto, seguindo o cronograma corretamente tudo estaria previsto para o final desse ano.  Esperamos atender à essa expectativa.


TG: Como você tem visto a cena do Heavy Metal brasileiro na atualidade? Além disso, como está sendo a recepção às novas bandas?


PC: As pessoas ultimamente tem sido muito mais abertas a ouvir novas bandas do que a 10 anos atrás, quando dependíamos exclusivamente de revistas e Zines.  Destaco essa mudança significativa pelo trabalho de muitas pessoas importantes que divulgam novas bandas como o canais do Ederson Leão, Bode metal e Barbônico. Essas pessoas tem ajudado muita gente a sair da inércia musical


TG: Para finalizar, como você e a banda tem procedido nesse período de isolamento? Têm conseguido trabalhar em novo material durante a quarentena?


PC: A parte boa disso tudo é  que as músicas que estamos para lançar, já são músicas que tem uma pré fórmula pronta a mais de 10 anos. Antes mesmo de eu entrar na banda. As modificações se circunscrevem as letras e pequenas alterações nas melodias, de modo que, quando tudo se normalizar, iremos atacar com tudo para agilizar todo o processo.


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Peralta João Pedro
Estudante e estagiário de Direito, 20 anos, gremista e fã de Heavy Metal.