
| Desenvolvido por: ARTDINK, Square Enix (Team Asano) |
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| Publicado por: Square Enix |
| Gênero: JRPG |
| Série: Dragon Quest |
| Lançamento: 30 de outubro de 2025 |
| Classificação indicativa: 12 anos |
| Modos: um jogador |
| Disponível para: PC, PS4, PS5, Xbox Series S|X e Nintendo Switch 1|2 |
O meu primeiro contato com a franquia Dragon quest foi com o décimo primeiro título, desde lá tenho me apaixonado e me aprofundado cada vez mais nessa franquia é bela, memorável e mágica. Então, fico muito feliz em poder dar uma olhada em Dragon Quest I + II HD 2D Remake e escrever essa review.
Vale ressaltar que esta análise só foi possível graças ao envio antecipado de uma cópia pela Square Enix, com o objetivo de viabilizar a produção de conteúdo. Nosso agradecimento Square enix pelo apoio!
Primeiro ponto que temos que abordar é a estrutura da review, uma vez que são dois jogos diferentes em um só “produto”, quando tivermos tópicos muito similares irei abrodar em um só tópico e quando forem muito diferentes, irei abordar em tópicos diferentes.
História e narrativa de Dragon Quest I
Aqui nós assumimos o papel de um herói solitário onde podemos escolher o nome, esse herói é inclusive um descendente de um lendário guerreiro chamado Erdrick. Em geral, a nossa aventura vai se passar no reino de Alefgard, um mundo medieval repleto de monstros, cidades muradas, cavernas misteriosas e castelos.
E a nossa história vai girar principalmente no objetivo de conquistar um rtefato sagrado e do resgate de uma figura importante para o reino. Para isso, o herói precisa explorar o mundo, conversar com habitantes, coletar pistas e enfrentar criaturas em batalhas por turnos.
O primeiro ponto que precisamos abordar é a estrutura da review, uma vez que se tratam de dois jogos diferentes reunidos em um único “produto”. Quando houver tópicos muito semelhantes, irei tratá-los em um só ponto; já quando forem distintos, abordarei separadamente.
História e narrativa de Dragon Quest II
Aqui, nós assumimos o papel de um herói solitário, cujo nome pode ser escolhido pelo jogador. Esse herói é, inclusive, descendente de um lendário guerreiro chamado Erdrick. Em geral, a nossa aventura se passa no reino de Alefgard, um mundo medieval repleto de monstros, cidades muradas, cavernas misteriosas e castelos.
A história gira principalmente em torno do objetivo de conquistar um artefato sagrado e resgatar uma figura importante para o reino. Para isso, o herói precisa explorar o mundo, conversar com os habitantes, coletar pistas e enfrentar criaturas em batalhas por turnos.
Para ser honesto, a trama é bem simples; contudo, aborda temas importantes como coragem, legado e esperança, além de ser uma aventura clássica e divertida, contando até com dublagem dos personagens. O único porém é a ausência de legendas em português do Brasil, o que pode tornar a história menos acessível.
Jogabilidade e progressão de Dragon Quest I + II
Este é um dos tópicos em que ambos os jogos possuem muitas similaridades, permitindo que se fale de maneira geral, destacando apenas as particularidades. Em DRAGON QUEST I & II HD-2D Remake, temos um JRPG aos moldes clássicos, mas com alterações suficientes na qualidade de vida para que se justifique como um verdadeiro remake.
Primeiro, a exploração é bem simples: podemos percorrer o mapa-múndi com a party e adentrar os pontos de interesse de maior relevância, como cidades, cavernas, castelos e outros locais. Nessa jornada, podemos interagir com diversos personagens para adquirir itens, armaduras e armas que utilizaremos em combate.
O combate, como já se pode imaginar, é por turnos, em que cada personagem e inimigo possui sua rodada para realizar ações variadas: atacar, usar habilidades e magias, empregar itens, entre outras possibilidades. Tudo isso visa derrotar os inimigos e chefes que surgem ao longo da aventura, permitindo o progresso na história.
Em relação à progressão, toda vez que derrotamos inimigos ganhamos experiência e, consequentemente, níveis. Com isso, conseguimos equipar novos itens, aprender novas habilidades e melhorar os atributos básicos de cada personagem. Em termos gerais, gosto muito da jogabilidade e acredito que, mesmo mantendo-se fiel ao clássico, ela traz novidades suficientes para se manter envolvente, como a possibilidade de acelerar o combate, por exemplo.
Direção de arte e trilha sonora de Dragon Quest I + II
Em relação à direção de arte, acredito que as imagens falem por si só: ao utilizar o que considero a versão definitiva de pixel art, a Square Enix conseguiu revitalizar completamente o jogo, dando um novo charme e beleza a cada um de seus aspectos, sejam eles personagens, cenários ou inimigos.
Tudo é muito bonito, colorido e não demora a conquistar o jogador com seus visuais que graças a iluminação e profundidade, ganham uma nova camada e valorizam muito o jogo sem ferir a essência dos originais. E em relação a trilha sonora, essa conta com músicas novas e algumas reorquestradas que com certeza ajudam a dar vida a este mundo colorido e tornar cada momento e batalha cada vez mais épico.
Em termos de direção de arte, não existe muito o que se reclamar, alguns trechos do jogo inclusive facilmente poderiam ser emoldurados e posicionados como um quadro na parede, iria ser mágico e memorável.
DRAGON QUEST I & II HD-2D Remake: vale a pena jogar?
Com certeza! Para os amantes de RPGs japoneses com combates em turnos, afirmo que Dragon Quest I & II HD-2D Remake é extremamente obrigatório, pois esta é uma excelente oportunidade de revisitar esses dois clássicos e se apaixonar completamente pela franquia.
Neste remake, encontramos um mundo mágico, belo e colorido, acompanhado de uma história épica, com personagens marcantes e uma jornada do herói que continua servindo de referência para títulos modernos. Aliada a uma jogabilidade que, apesar de clássica, foi modernizada, temos uma combinação única de elementos que certamente enriquecem a experiência final.
