Se você achou que já tinha visto de tudo na vida… talvez esteja faltando uma coisa: Robert Plant cantando folk e blues em clima quase místico no Brasil em 2026.
Sim, o eterno vocalista do Led Zeppelin está oficialmente confirmado para três apresentações no país em maio desse ano com o projeto Saving Grace… e não estamos falando de nostalgia hard rock com amplificador no 11. Estamos falando de uma fase madura, atmosférica, quase espiritual.
Por isso, prepare o coração. Não é “Whole Lotta Love”. É algo mais profundo.
Datas confirmadas no Brasil
Robert Plant se apresenta em:
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Porto Alegre — 19 de maio de 2026
Auditório Araújo Vianna
Show às 21h (abertura da casa às 19h30) -
Rio de Janeiro — 21 de maio de 2026
Vivo Rio -
São Paulo — 24 de maio de 2026
C6 Fest, no Parque Ibirapuera
Os ingressos para Porto Alegre já estão disponíveis, com opções de meia-entrada e ingresso solidário mediante doação de alimento.
Já no Rio e em São Paulo, as vendas seguem os calendários das plataformas oficiais.
Saving Grace: o lado mais íntimo da lenda
Criado em 2019, o Saving Grace representa uma fase diferente na carreira de Plant. Ao lado da cantora Suzi Dian, o músico explora releituras tradicionais, blues do início do século XX, folk britânico e espiritualidades musicais que fogem completamente do estereótipo “deus dourado do hard rock”.
Sendo assim, o grupo já lançou álbum homônimo pela Nonesuch Records e recentemente ganhou destaque mundial com apresentação no Tiny Desk (NPR), mostrando que, aos 70 e tantos anos, Plant continua reinventando a própria voz.
Por isso, não espere guitarras cortantes, espere atmosfera, silêncio respeitoso e ,música que conversa com a alma.
Robert Plant & Led Zeppelin: o mito por trás do microfone

Antes de virar esse explorador de raízes musicais, Robert Plant foi simplesmente uma das vozes mais icônicas da história do rock.
Formado em 1968 ao lado de Jimmy Page, John Paul Jones e John Bonham, o Led Zeppelin redefiniu o rock pesado. Não era só peso: era misticismo, blues elétrico, psicodelia… Era virtuosismo.
Além disso, clássicos como: Stairway to Heaven, Kashmir, Black Dog, Immigrant Song e Whole Lotta Love não são apenas músicas. São capítulos obrigatórios da história da música.
Por isso, Plant ficou marcado pelo alcance vocal impressionante, pela presença de palco quase mitológica e por transformar o vocalista em protagonista absoluto.
Após o fim do Led Zeppelin, em 1980 (após a morte de John Bonham), Plant seguiu carreira solo e passou por diversas fases: rock alternativo, world music, experimentações com Alison Krauss, até chegar a essa fase atual mais introspectiva.
Ademais, ele nunca foi artista de repetir fórmula. Ele sempre preferiu explorar.
Não é reunião do Zeppelin, é evolução
Para quem espera uma reunião clássica do Led Zeppelin… não é isso.
Mas talvez seja algo ainda mais interessante: um artista que já fez história escolhendo continuar criando, em vez de viver apenas dela.
Pois é… Robert Plant poderia facilmente sobreviver tocando “Stairway to Heaven” pelo resto da vida, mas ele escolheu outro caminho.
Contemplando a voz que atravessou gerações

Ver Robert Plant ao vivo em 2026 não é apenas assistir a um show; é testemunhar um pedaço da história da música ainda em movimento.
Se você cresceu ouvindo Zeppelin, é chance de rever a lenda.
Agora, se você conhece apenas por playlists, é chance de entender por que ele virou referência.
Porque algumas vozes não envelhecem; elas apenas ficam mais profundas.
E, como diria o próprio Zeppelin: “The song remains the same”.
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