O estande de Path of Exile II, da desenvolvedora Grinding Gear Games, foi um dos pontos altos (e mais sombrios) da BGS 2025.
O espaço parecia ter sido teleportado direto do submundo de Wraeclast. Havia fumaça saindo do teto, pôsteres em tamanho real das criaturas mais grotescas e iluminação que deixava tudo com aquele ar de “prepare-se para morrer… e tentar de novo”.

Olha o demoninho!
Essa é para fãs de fotografia e caçadores de lugares instagramáveis. O estande oferecia uma cabine interativa que roubava a cena… Pois é, bastava tirar uma foto e, com a ajuda da IA, você virava um personagem do jogo.
Sendo assim, o visitante podia escolher entre classes como Marauder, Ranger, Witch, Shadow, Templar ou Duelist. Cada uma contava com visuais épicos e armas de tirar o fôlego, garantindo selfies surpreendentes.

Ah… e ainda dava para se jogar de cabeça em um cenário do jogo, transformando qualquer clique em uma selfie épica e garantindo aquele momento de imersão total. Tudo o que faz todo fã se sentir um verdadeiro exilado.

Estações de Teste: Grind, Chefões e Imersão Total no Arquipélago Karui
Além de tudo isso, o grande destaque mesmo estava nas estações de teste. PCs equipados até os dentes permitiam que os visitantes jogassem Path of Exile II e encarassem desafios contra chefões colossais.

Quem sobrevivia — o que não era fácil — levava prêmios exclusivos. A fila era longa, mas, convenhamos, todo bom exilado sabe que grind faz parte da jornada.
Ademais, a equipe da Grinding Gear Games deu um show à parte: atenciosa, empolgada e disposta a ajudar até os novatos a entenderem o caos organizado do jogo.
Por conta disso, a imersão foi tão completa que dava pra esquecer por uns minutos que estávamos numa feira e não dentro do Arquipélago Karui.
O que tem de novo
E falando nele — sim, o Arquipélago Karui é uma das grandes novidades da sequência. A expansão “O Terceiro Édito”, lançada em agosto de 2025, trouxe essa nova região tropical (e traiçoeira) junto com o Ato 4, com reset econômico, novas habilidades e chefes inéditos.
Path of Exile II também atualizou completamente seu motor gráfico: os visuais agora são um espetáculo à parte. Possui texturas riquíssimas, efeitos de luz dignos de um filme e um realismo sombrio que dá vontade de morrer… só para ver o cenário de novo.
As mudanças não param aí: o sistema de classes foi repaginado — agora há 12 novas ascendências e uma árvore de habilidades mais fluida, permitindo combinações insanas para quem curte criar builds únicas.
Além disso, o combate ficou mais dinâmico, com animações mais naturais e um ritmo mais cadenciado, tornando a pancadaria mais cinematográfica e estratégica.
Mais Difícil, Mais Bonito, Mais Viciante
Claro, Path of Exile II ainda mantém sua marca registrada: profundidade absurda, dificuldade impiedosa e aquele vício delicioso de caçar loot lendário por horas. Só que agora tudo está mais polido, mais bonito e ainda mais desafiador.
Ao fim da experiência, vencer um boss na BGS e sair com um prêmio na mão foi quase tão satisfatório quanto dropar um item lendário no jogo. E, honestamente, se a ideia da Grinding Gear Games era fazer o público sentir o peso (e a glória) de ser um verdadeiro exilado… missão cumprida.
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